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Por Donato Heinen. Publicado em 28/03/2020

Coronavírus e espinhovírus

Por Ivar Hartmann


Permitam-me criar uma nova palavra: espinhovirus. Segundo os médicos especialistas, com quarentena ou sem quarentena, o pico do corona no Brasil será pelo fim de abril. Ou seja, vai continuar se propagando até aquela data quando o número de infectados for cerca de metade da população, a maioria dos quais foi infectada e nada ou pouco sentiu, mas com uma previsão de centenas de mortos. Como ocorre todos anos com os mortos por outro vírus, o da gripe. Mas a economia do Brasil não resiste ficar parada até lá. A economia de operários, indústria e comércio não aguenta ter eles parados até a segunda semana de abril. Agora, entra o viés político: como o presidente resolveu diminuir as medidas de quarentena para que  recomecemos a trabalhar, os aproveitadores adversários, aliados a parte da imprensa, sem qualquer estudo técnico, resolveram linchá-lo. É importante sermos de centro e ter a capacidade de analisar o certo e o errado do governo.

Agora o espinhovirus. Um país parado tem um custo. Qualquer um de nós parado tem um custo. O país não tem  condições de ficar mais 20 dias inerte, o cidadão comum não suporta mais 10 dias sem ganhar. Ou morrer da cura. Este é o espinhovirus. Entrou nas nossas carnes e cada dia a mais de parada, maior a dor ou o custo do recomeço. Hoje, já se fala, em todo mundo, de restringir apenas o ir e vir aos idosos,  a população de maior risco. É o caminho a seguir para o espinhovirus doer menos.

ivar4hartmann@gmail.com

 

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