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Por Donato Heinen. Publicado em 13/05/2020

Notas e Apartes nº 1.353

Coluna publicada no jornal Gazeta Regional de 13-5-20


Japão – Os japoneses começam a reagir à sacanagem dos chineses no episódio do novo coronavírus, disseminado no mundo inteiro a partir da China. Shinzo Abe, primeiro-ministro do Japão, propôs “construir uma economia menos dependente da China”. Os figurões do Partido Comunista Chinês (PCC) já estão preocupados em virtude de empresas estrangeiras que se retiram do país. Outros países estão prontos para seguir o exemplo japonês, como Reino Unido, EUA e nações da UE. O Japão estaria disposto a retirar seu parque industrial da China. É briga de titãs. O mundo precisa reagir com vigor às canalhices do governo da China.

Desobediência civil – É um meio de se exercer a cidadania que permite defender um direito que está ameaçado ou violado. É uma forma de protesto e rebeldia contra as leis, atos ou decisões que coloquem em risco os direitos civis, políticos ou sociais da pessoa.

Conceito – Na definição de Henry David Thoreau, ativista, pesquisador e historiador dos EUA – 1817-1862, a obediência às leis e práticas governamentais dependia da avaliação individual, que devia negar a autoridade do governo quando este tivesse caráter injusto, sendo a desobediência civil o único comportamento aceitável contra tais práticas governamentais.

Governadores – João Dória (SP) e Wilson “AuschWitzel” (RJ), entre outros governadores, insistem em tratar de forma igual situações totalmente diferentes. Centenas de cidades com 2, 5, 10, 20 mil habitantes são obrigadas a manter o comércio fechado por determinação desses tiranos. Mesmo sem terem um caso sequer de coronavírus. Um completo absurdo. Um grupo de caminhoneiros reagiu no início desta semana bloqueando o trânsito em algumas vias centrais da cidade de São Paulo. A tendência é essas reações se alastrarem. O risco de termos uma desobediência civil crescente é iminente. É o que resta à sociedade para reagir aos desmandos desses aprendizes de ditador.

Tiranos – Governadores que insistem em proibir que as pessoas exerçam suas atividades laborais em cidades pequenas onde não há nenhum caso de civid-19 estão condenando centenas de milhares à pobreza. A continuar assim, teremos mais falidos que falecidos. Esses governadores podem ser acusados de crimes contra a humanidade. Eles esquecem que miséria é sinônimo de morte em muitos casos. Basta olhar para a Venezuela e países pobres da África.

Caso Adélio – Em breve, deveremos ter novidades sobre a tentativa de assassinato do então candidato a presidente Jair Bolsonaro. Uma nova testemunha deve ser ouvida pela PF. É um homem que deteve Adélio logo após a facada e o levou até um prédio vizinho ao local do atentado. Lá, ficaram sozinhos por algum tempo e ele gravou as conversas que manteve com Adélio Bispo. Esse conteúdo pode ser muito revelador sobre quem mandou matar Bolsonaro.

Moro – Situação do ex-ministro Sergio Moro se complica cada vez mais. Maurício Valeixo, ex-diretor-geral da PF e braço direito do ex-juiz, jogou um balde de água fria nos acusadores de Bolsonaro. Ele declarou em depoimento que o presidente NUNCA lhe pediu relatórios de inteligência ou informações sobre investigações ou inquéritos da PF.

Isolamento – Pesquisa feita em Nova Iorque revela que 66% das vítimas de covid-19 estavam CONFINADAS EM CASA! E agora? Esta é a prova de que o confinamento forçado não resolve. Pelo contrário, só aumenta o número de mortos da doença. É o que se vê em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Maranhão, Amazonas e Pernambuco. Os governadores desses estados insistem no confinamento. A revolta é crescente e a paciência do povo está no limite. Até quando?

  Donato Heinen

 
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