Mieth MadeirasBlumen Platz Center - Outubro de 2015Água Kangen
Por Donato Heinen. Publicado em 02/09/2020

Notas e Apartes 1.369

Coluna publicada no jornal Gazeta Regional de 2-9-20


  Milch Platz – A cada quatro anos, cabe aos eleitores de Milch Platz, Bambus Ecke, Scharfe Ecke e demais cidades do país escolher seu Bürgermeister. E junto com ele, é eleito um coadjuvante. Em algumas semanas, termina o prazo para definição, pelos partidos, dos nomes que serão submetidos à apreciação do povo em novembro. No politische partei do Bürgermeister e partidos apoiadores, a tarefa foi delegada ao atual mandatário.

  Botões - Certa noite, ele reparou em seu blusão e viu que neste havia 15 botões. Por que não refletir com eles para tirar essa dúvida?, pensou. Foi direto ao botão 11. Como de parte deste não havia interesse na indicação do adjunto, seguiu para o botão 12. Deste, ouviu que há alguns pretendentes. O botão seguinte ele pulou, por razões óbvias, e foi direto ao de número 15. Assim como no 12, neste também tem vários interessados em ser o coadjuvante. Mesmo ao conversar com seus botões, as dúvidas do burgomestre permaneciam.

Insatisfação – O Bürgermeister pressentiu que independente do nome que escolhesse, possivelmente desagradaria mais pretendentes do que agradaria. Então ponderou com o seu botão 15: por que não optar pela atual coadunante? Afinal, já estava atuando com ela e optando pela continuidade possivelmente desagradaria menos pessoas. Além disso, não haveria surpresas com novos lapsos. Mesmo porque o burgomestre tinha certeza que as principais decisões e sua execução dependiam principalmente de uma pessoa: dele próprio.

Ficção – A historinha acima é mera ficção, fruto exclusivamente da imaginação deste colunista.

Inacreditável – É impressionante como há uma completa inversão de valores em muitas situações que ocorrem em nosso país. A mais recente é uma reportagem da Folha de S. Paulo criticando o governo federal por concluir obras de governos anteriores em vez de executar novas obras. Ou seja, existem obras inacabadas que foram iniciadas há vários anos – algumas, há décadas – e que nunca foram concluídas. Através de Tarcísio de Freitas, o melhor ministro da Infraestrutura que o Brasil teve nos decênios recentes, o governo Bolsonaro está priorizando a conclusão dessas obras iniciadas muitas vezes sem sequer ter projeto.

Política de Estado – Pela primeira vez em muitas décadas, temos um governo preocupado com políticas de Estado e não apenas de governo. Além de não ter nenhuma denúncia de corrupção em 20 meses, o governo Bolsonaro ainda evita o desperdício de dinheiro público, praticado durante décadas pelos presidentes anteriores ao executar obras pela metade e sem planejamento.

STF – Embora confirmadas por dois tribunais superiores, o STF já anulou duas sentenças do ex-juiz Sérgio Moro por supostamente ter agido de forma imparcial. Em breve, os 11 sinistros devem julgar recurso de Lula visando à anulação da sentença do caso do tríplex por suspeição do ex-juiz. Tudo indica que o objetivo do STF, na caradura, é anular a sentença e permitir que Lula recupere seus direitos políticos.

Combustíveis – O resto do Mundo precisa fazer sua parte entes de acusar o Brasil. Enquanto nós usamos 85% de energias renováveis, os demais só produzem 24% desse tipo de energia, contra 76% de origens fósseis, nucleares etc. Além disso, temos as maiores reservas de florestas do Mundo. E com tudo isso, essa gente enche a boca para criticar o Brasil. Nenhum país tem moral pra nos censurar. Façam a sua parte. Depois, a gente conversa...

    Donato Heinen

 
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