Blumen Platz Center - Outubro de 2015IFF - Banner ÉTICA E FELICIDADE - 27-1-21
Por Donato Heinen. Publicado em 25/11/2020

Notas e Apartes nº 1.381

Coluna publicada no jornal Gazeta Regional de 25-11-20


Racismo – A Lei 7.716, de 5 de janeiro de 1989, define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor. A legislação elenca uma série de atos e ações que caracterizam o crime de racismo. E em nenhum momento a lei define o crime de racismo simplesmente pela cor da pele da vítima. “O dia em que pararmos de nos preocupar com consciência negra, amarela ou branca e nos preocuparmos com consciência humana, o racismo desaparece”. A frase é do ator negro norte-americano Morgan Freeman.

Violência – O assassinato de um cliente por dois seguranças de um supermercado de Porto Alegre na última semana ganhou as manchetes em todo país. E imediatamente a grande imprensa classificou o ato como crime de racismo, gerando reações com atos de vandalismo em várias capitais. O racismo é negado pela delegada de polícia encarregada do caso, que não vislumbra indícios nesse sentido. Foi um ato violento e covarde? Sim. Mas em nenhum momento ficou caracterizado que os autores tenham praticado o crime devido a cor da vítima. Em Porto Alegre, na campanha eleitoral do segundo turno a prefeito, o fato vem sendo explorado politicamente sem pudor por grupos de esquerda, tentando influenciar no pleito. Os fatos devem ser apurados e os autores julgados. É o que diz a lei.

TSE – O ministro Luis Roberto Barroso, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, tem muito a explicar sobre as graves acusações que fez acerca dos supostos autores da invasão do computador central do TSE no dia da eleição municipal. Eles seriam ligados ao inquérito inconstitucional das fake news, segundo Barroso. Primeiro, ele disse que houve apenas captura de dados antigos. Foi desmentido pelo invasor, um hacker português em prisão domiciliar, que assumiu a autoria e provou ter acessado dados de 2020. O TSE comprou um computador por R$ 26,2 milhões sem licitação. E com um simples celular – que custou 50 euros, segundo o hacker – ele invadiu o supercomputador. “Imaginem o que eu poderia ter feito se tivesse um computador”, disse o hacker.

Urnas – Muito já se falou sobre a segurança das urnas eletrônicas. A Justiça Eleitoral diz que são seguras. Mas cresce cada vez mais o número de pessoas que contestam a confiabilidade, justamente porque o resultado das urnas não pode ser auditado. Acredito que o problema não está nas urnas eletrônicas. Mas, sim, no software dos computadores usados pelo TSE para fazer a apuração dos votos.

EUA – A disputa pela Presidência dos Estados Unidos continua. Com recontagem de votos e apuração de acusações de fraudes pela Justiça. Pelas centenas de testemunhos juramentados coletados pelo Partido Republicado está evidente que no pleito deste ano ocorreu a maior fraude eleitoral já vista em um país democrático. Se o democrata Joe Biden for declarado vencedor, teremos a confirmação de que a mentira venceu a verdade, que a trapaça venceu a lisura e que vale a pena ser desonesto para alcançar os objetivos a qualquer custo. O mundo espera que a justiça prevaleça.

Segunda onda – Depois de ter diminuído significativamente o número de óbitos ocorridos supostamente por covid-19, a moda agora é falar em segunda onda da doença. E isso está servindo para novamente assustar as pessoas e preparar novo lockdown. É só passar o segundo turno da eleição para ver o que acontece. Pior: alguns setores da imprensa já falam em terceira onda!

Máscara – Estudo realizado na Dinamarca com 6.000 pessoas e publicado na revista Annals of Internal Medicine do American College of Physicians, demonstra que 1,8% de quem usa máscara adquiriu covid-19, contra 2,1% entre aqueles que não a usam. O que sugere que o uso do equipamento tem um efeito muito pequeno para se proteger da doença.

Donato Heinen

 
Representações BirckFiltros EuropaCotrio - Logomarca
Cotrio - LogomarcaFiltros EuropaRepresentações Birck