Mieth MadeirasBlumen Platz Center - Outubro de 2015
Por Donato Heinen. Publicado em 10/05/2022

Notas e Apartes nº 1.457

Coluna publicada no jornal Gazeta Regional de 11-5-22


De Salzburg, Áustria

MSC – Fundada em 1970, com sede na Suíça e uma frota de 22 navios, a empresa Mediterranean Shipping Company, mais conhecida como MSC, é uma das grandes que atuam no transporte de passageiros em viagens de cruzeiros pelo mundo. Pela primeira vez viajamos em um cruzeiro desta companhia. Foram 8 dias pelo Mar Adriático no navio Armonia. Inicialmente, a viagem teria outro roteiro no navio Lirica, também pelo Adriático, em maio de 2020. Mas devido à pandemia, foi transferida várias vezes. E uma das transferências foi motivada por um incêndio que destruiu o Lirica parcialmente, em março de 2021, quando estava parado em um porto na Turquia. A MSC também atua em grande escala no transporte de cargas.

Passageiros – As viagens de cruzeiro estão sendo retomadas aos poucos pelo mundo. A pandemia do covid-19 ainda impõe algumas restrições. E também causa receio em muitas pessoas. Com capacidade para mais de 2.600 passageiros, no nosso navio havia somente em torno de 500. Já a tripulação estava completa, com aproximadamente 750 trabalhadores. Encontramos muitos alemães, brasileiros, mexicanos, colombianos, entre outros.

Comunicação – Num grupo de pessoas com dezenas de nacionalidades e diferentes origens, a comunicação é feita em várias línguas, tendo o Inglês como idioma universal. Mas tanto o Alemão quanto o Espanhol nos foram muito úteis ao longo da viagem. Já falei sobre isso umas 57 vezes e repito novamente. O nosso dialeto alemão aprendido com os pais em tempos idos é valioso para que a gente se comunique em vários países da Europa. E nesta viagem de navio conhecemos e conversamos com muitos alemães que falam um dialeto bem parecido com o nosso. A maioria sequer tem ideia de que no Brasil temos milhões de descendentes germânicos que ainda falam o Alemão regularmente.

Marco e Rejane – Conhecemos o casal Marco de Bortolo e Rejane Ferlin na viagem pelo Adriático. Dividimos com eles a mesa do jantar. Eles moram e trabalham em Caçador, Santa Catarina. Rejane já é veterana em cruzeiros. Fez sua 14ª viagem. Marco, a sua primeira. Ficaram noivos durante a viagem, na ilha de Mykonos, na Grécia, uma das atrações turísticas que visitamos. Tivemos um enorme prazer em conhecê-los. São novas amizades que surgem. Parecia que a gente já se conhecia há uns 50 anos. 

Máscara – Entre os países visitados até agora, a Itália é o único onde o uso de máscara é exigido em todos os locais de acesso públicos. Na Grécia, Croácia, Eslovênia e Áustria, se veem poucas pessoas que ainda usam o acessório.

Vacinação – Apenas no embarque aéreo no Brasil e em Veneza, no navio, foi exigida a apresentação de comprovante de vacinação contra covid-19. Nos portos da Grécia e da Croácia e nas travessias das fronteiras terrestres da Itália, Eslovênia, Croácia e Áustria, não houve qualquer exigência nesse sentido.

  FENASOJA – Até a edição de número 19, eu havia participado de todas as feiras, desde a primeira, em 1966, então com 11 anos de idade. Lembro muito bem que naquela edição as grandes novidades eram o leite e o pudim de soja. A FENASOJA começou pequena e se tornou uma das maiores feiras do país. Lamento muito não ter podido participar das últimas edições, especialmente da feira deste ano, por coincidirem com viagens ao exterior. Depois de quatro décadas, a FENASOJA recebeu novamente a visita de um presidente da República. Pelo que pude acompanhar a distância, a vinda do Messias teve grande repercussão.

  Donato Heinen

 
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