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Por Grande Santa Rosa Notícias. Publicado em 02/08/2022

O agronegócio e a esquerda

Por Ivar Hartmann


O PIB gaúcho em 2021 cresceu 10,4%, comparado com 2021, e 67,5 % destes ganhos são devidos a agropecuária. Para comparação, a indústria gaúcha cresceu 9,7%. As exportações do agronegócio gaúcho em 2021 totalizaram US$ 15,3 bilhões, o que corresponde a 72,6% das exportações totais do Rio Grande do Sul no ano. As exportações do agro rio-grandense registraram uma alta de 41% no valor comercializado, na comparação entre março de 2021 e o mesmo período em 2022. A receita subiu de US$ 803 milhões para US$ 1,1 bilhão. Em volume, o crescimento passou de 1,3 milhão de toneladas para 1,6 milhão de toneladas. Pense neste negócio, com suas pequenas e grandes propriedades. Duas forças do setor: agricultura familiar, grande produtora de leite e derivados, aves e suínos e o cooperativismo, capaz de beneficiar e exportar grandes quantidades de grãos. Em 2019, segundo o IBGE, existiam no Estado 365.052 estabelecimentos agropecuários, em uma área de 21,7 milhões de hectares. Muita gente e muita terra.

Segundo pesquisa publicada no Jornal NH, entre os candidatos ao governo do Rio Grande do Sul mais votados, na pesquisa estimulada, os três candidatos de centro direita, somam 57% das intenções de votos, enquanto os três de esquerda somam 17% dos votos. E o título da notícia define bem o baque: Pesquisa aponta esquerda enfraquecida. A bandeira de luta por terra do MST, por exemplo, desapareceu ante o crescimento do agronegócio, com as riquezas e os empregos que traz consigo. Quem se interessa em entregar a liberdade de decidir, sua e de sua família, para um projeto que deu errado em todos países que o implantaram, sendo Cuba o exemplo próximo? O agronegócio está acabando com os comunistas. Bom para os brasileiros.

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