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Por Grande Santa Rosa Notícias. Publicado em 02/08/2023

Fechando as cívico-militares

Por Ivar Hartmann

Estudei em cinco colégios do ensino médio em Porto Alegre, dos quais meus pais me tiravam pelo comportamento nada exemplar. Indisciplinado, juntava-me a outros nas salas de aula, quando os professores eram fracos, para rir, brincar e atrapalhar as aulas. Quando chegou meu tempo de ser professor e diretor de ginásio em Iraí, sabia por experiência própria, que a única forma de os alunos estudarem, respeitarem professores e colegas é pela disciplina. Que deve valer para os alunos que vão a escola para aprender a para os professores que vão para a escola para ensinar. Cumprimento dos regulamentos que asseguram o bem-estar das pessoas e o bom funcionamento das instituições. Essa a definição.

Os exércitos do mundo inteiro são professores de disciplina. Ela é fundamental para a tropa se movimentar, lutar e defender seu país. Estudo e disciplina. Este é o fulcro das escolas cívico-militares brasileiras. Lula pouco frequentou a escola. Não poderia, pois, ver nas escolas cívico-militares qualquer elemento positivo para formar um cidadão útil. Tivesse vivido com disciplina, não precisaria dos tribunais superiores, onde estão indicados seus, para liberá-lo da cadeia onde cumpria penas por corrupção.

Ao contrário dele, governadores inteligentes, dos mais ricos estados brasileiros, como o Rio Grande do Sul e São Paulo, decidiram continuar com estas escolas abertas. Por que? Porque nelas compete aos militares que lá trabalham, auxiliar diretores e professores a ensinar disciplina e respeito aos superiores e colegas, fundamentais para a formação de bons cidadãos, e necessários ao Brasil do futuro. Os comunistas vibraram com a decisão. A disciplina incutida nos jovens, para eles, quanto pior, melhor. 

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