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Por Grande Santa Rosa Notícias. Publicado em 06/09/2023

Ucrânia, a guerra sem fim

Por Ivar Hartmann


Quando comunistas e nazistas, na Segunda Guerra Mundial, repartiram a Polônia entre si, destruindo e matando uma nação muito menos poderosa, Hitler e Stalin julgaram-se donos da Europa. Hitler se matou poucos anos depois, ao perder a guerra, mesmo sacrificando crianças alemãs, armando-as como soldados. Os comunistas russos hoje seguem o mesmo caminho. Atiram contra a Ucrânia bandidos prisioneiros para servir e morrer nas frentes de combate. Contratam mercenários e chechenos para tentar dobrar o país. Putin tenta ganhar uma guerra perdida, da qual resultará seu suicídio ou eliminação. Tendo o mesmo fim que seus oponentes, mortos sempre em estranhas condições.

As circunstâncias em que a guerra andou nestes quase dois anos, retratam sempre ataques russos para destruir cidades, tornar escombros prédios residenciais e públicos, bombardear a infraestrutura da Ucrânia, abater soldados prisioneiros, estuprar mulheres e matar crianças. E os ucranianos não se renderam. Lembram sempre do Holomodor, a fome criada pela Rússia que matou, de propósito, para roubar os alimentos, entre agosto 1932 e julho de 1933, 4,5 milhões de ucranianos, dez por cento da população.

Enquanto a guerra travava-se em território ucraniano, a população russa bailava. A persistência dos atacados, o reforço militar de armas poderosas dos países do Ocidente, notadamente Estados Unidos, Inglaterra, França e Alemanha, está mudando o panorama da guerra. Até soldados brasileiros estão lutando contra a Rússia. E os ucranianos demonstraram uma grande capacidade de fabricar drones baratos e de longo alcance, que agora atingem o território russo e o próprio Kremlin. A luta mudou com os russos sentindo.  Bom para o mundo. 

ivar4hartmann@gmail.com 

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