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Por Grande Santa Rosa Notícias. Publicado em 04/10/2023

Pátria amada: o Braasil é meu!

Por Ivar Hartmann

Ninguém é mais nacionalista que o brasileiro corrupto. Considera o país é seu, e de seu partido. Isso é analisado pela Transparência Internacional, através de seu Índice de Percepção da Corrupção (IPC). Que avalia 180 países e atribui notas em uma escala entre 0 e 100. Quanto maior a nota, maior é a honestidade dos governantes do país. Pelos dados divulgados há pouco e relativos ao ano de 2021, o Brasil alcançou apenas 38 pontos, e ocupa a 96ª colocação entre os 180 países e territórios avaliados. Péssimo desempenho. Abaixo da média global, de 43 pontos;

E da média das entidades internacionais das quais faz parte: O BRICS (39 pontos); a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) (66 pontos); da média regional para a América Latina e o Caribe (41 pontos). Muito distante da média dos países (54 pontos) do G20, grupo responsável por aproximadamente 90% do PIB mundial, 80% do comércio internacional e 65% da população do planeta. Os dados do IPC destacam os seguintes aspectos principais da corrupção: propina; desvio de recursos públicos; prevalência de funcionários usando cargos públicos para ganhos privados sem enfrentarem maiores consequências.

A PF, em 2010, constatou superfaturamento em 303 obras públicas inspecionadas. A cada 100 reais, 29 reais eram superfaturados. Em 2018, um projeto (USP) mapeou as redes de relacionamento entre os escândalos de desvio de dinheiro público. São 404 nomes – entre políticos, empresários, funcionários públicos, doleiros e laranjas –, de pessoas envolvidas em 65 escândalos de corrupção entre 1987 e 2014. Em 2010, A FIESP anotou o custo anual da corrupção no país é de 1,38 por cento a 2,3 por cento do (PIB). Pátria amada. Só por nós. 

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