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Por Donato Heinen. Publicado em 29/11/2023

Notas e Apartes 1.538

Coluna publicada em GSRN em 29-11-23



Mobilização – A manifestação realizada na Avenida Paulista, centro de São Paulo, no domingo, foi organizada apenas três dias antes. Mesmo assim, reuniu dezenas de milhares de pessoas em protesto – entre outros temas – pela morte do preso político Clériston Pereira, o Clezão, ocorrida na semana passada no Presídio da Papuda, em Brasília. Ele estava preso há quase 11 meses, sem qualquer condenação, e gravemente enfermo.

Cálculo – Quem teve acesso a fotos e vídeos da manifestação viu que havia dezenas de milhares de pessoas presentes. Numa tentativa de ludibriar o leitor, mesmo diante destas imagens, o grupo UOL publicou notícia informando que cerca de MIL pessoas participaram. Já o Globo falou que eram 13 (!!) mil. Em um cálculo modesto, tomando por base a extensão dos 4 quarteirões da Paulista ocupados (cerca de 450m) por 50m de largura e contando em média apenas três pessoas por metro quadrado, temos 67.500 pessoas. Mas o mais importante é que o povo está perdendo o medo e voltou às ruas.

Dino – Com a indicação de Flávio Dino para o cargo de ministro de STF, Lula mostrou, mais uma vez, que não dá a mínima para a opinião pública. Deixou claro que seu (des)governo está amparado no Judiciário, que lhe garante um verniz legal para todos os atos praticados por ele e demais políticos que o rodeiam. É a politização suprema do STF. Mas, pior do que isso é ver que a chance de Dino ter seu nome aprovado pelos senadores é de 99,9%. Ou seja, a maioria dos senadores está pouco se lixando para o que pensa a população, a quem cabe apenas o dever de pagar os gordos vencimentos dessa gente.

Democracia – Aqueles que enchem a boca para falar em democracia são os que mais a desrespeitam. Quem se alia a ditadores não tem nenhuma moral para falar em democracia. É mera retórica para enganar os desinformados, a massa de manobra que muitas vezes faz o jogo da esquerdalha sem se aperceber. Eles são mestres em rotular os outros como “inimigos da democracia”. É o que a esquerda tentou fazer na Argentina contra Javier Milei. Mas lá não funcionou. A grande imprensa não entrou no jogo e o tiro saiu pela culatra. Milei foi eleito presidente da República. A eleição no segundo turno foi novamente em cédulas de papel e o resultado saiu mais rápido e, sobretudo, com mais segurança, do que com o uso de urnas eletrônicas, no Brasil.

Janones – O deputado federal André Janones (Avante mg), é um dos políticos mais asquerosos do Brasil. Notório propagador de notícias falsas, principalmente durante a campanha eleitoral do ano passado, contra Jair Bolsonaro, o que o próprio deputado reconhece em livro recentemente publicado, Janones não sofreu nenhuma sanção até agora. Sequer foi incluído no famigerado inquérito das fake news. E mais, durante muitos anos ele criticou outros políticos por supostamente praticarem a tal “rachadinha”, acusando-os de receberem parte dos salários de seus assessores. Agora, foram divulgadas duas gravações onde Janones aparece cometendo os mesmos ilícitos que ele atribuía aos opositores. É muita canalhice. “Acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é”. É o lema da esquerda em geral.

Hospital – O que já se sabia desde o início, finalmente foi confirmado pela Human Rights Watch. O ataque ao Hospital Shifa, na Faixa de Gaza, em outubro, ao contrário do que o Hamas divulgou, não foi obra de Israel.

COP28 – A farra da gastança com viagens de Lula ao exterior voltou. Uma grande comitiva está no Oriente Médio para participar da Conferência do Clima. É o Brasil na mira dos interesses estrangeiros nas nossas riquezas da Amazônia.

      Donato Heinen

 
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