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Por Alberto Seibert. Publicado em 29/09/2017

Coluna do Beto

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Diálogo

Vereadores de Porto Alegre rejeitaram o projeto do prefeito Nelson Marchezan Júnior que previa o aumento do IPTU, dizendo que faltou diálogo. Diferentemente do prefeito porto-alegrense, o presidente Temer dialoga com o Congresso para se manter no poder. O tal do diálogo que se fala, não é conversa fiada, e sim, atender aos anseios dos parlamentares com a liberação de recursos. É o que se chama de compra de apoio. É de lembrar que em ambos os casos, prefeito e presidente reclamam que a crise é grande e que faltam recursos. Como o prefeito não corre riscos de ser deposto, preso ou processado, faz o que é correto. Já Temer necessita dialogar, pagando tudo o que os parlamentares querem em troca do apoio que necessita para não ser deposto e quem sabe, sair dali direto da presidência para a prisão.

Supremo

O STF mandou prender Delcídio do Amaral e Eduardo Cunha. O Congresso Nacional não questionou a interferência do STF. Agora, com o afastamento de Aécio Neves, que tem o apoio do governo, o Senado se mobiliza em defesa do senador mineiro. Ao que tudo indica, muitos senadores se arrependem pelo voto que deram contra Delcídio. Há diferenças brutais de tratamento, visto que no caso do afastamento e prisão de Delcídio a maioria dos senadores não viu interferência externa do STF. Agora, com o afastamento de Aécio a revolta é grande.

Romero Jucá

As diferenças de tratamentos são visíveis, pois para atos semelhantes há tratamentos bastante desiguais, pois uns são simplesmente afastados do cargo, outros vão para a cadeia e outros continuam exercendo suas funções mesmo que estejam atolados até o pescoço. Ontem, quinta-feira, filhos e enteados de Romero Jucá foram alvos de 17 mandados de buscas e apreensões, pela Polícia Federal, que apura o desvio de R$ 32 milhões. Posso estar enganado, mas tudo o que o Delcídio fez de errado o Aécio e Jucá também fizeram, mas um está preso, outro afastado e outro liderando o governo.

Recibos

Os recibos que a defesa de Lula apresentou no seu processo, comandado pelo juiz Moro, me parecem estranhos porque há datas inexistentes. Se alguém me paga algo, a data colocada no recibo é a do dia em que há o pagamento. Se não lembro a data, vejo no relógio, celular ou até calendário a data correta para colocar no documento. Errar uma vez é bem difícil, mas admitamos que possa acontecer e seja admissível, mas várias...

Panfletos

No Rio de Janeiro, a polícia usou helicópteros para lançar panfletos e pedir à população, dos locais dominados pelo tráfico, que a ajude denunciando onde se escondem os traficantes. Isso me faz lembrar o que acontecia há cerca de 50 anos, quando pequenos aviões distribuíam propagandas em cidades menores como a nossa. Na época, a comunicação era escassa, pois não havia TV e a comunicação por rádio também não era das melhores, pois nem todos tinham receptores de rádio e havia poucas emissoras na região. É bem estranho que nos dias de hoje se use de panfletos, quando a comunicação por rádio, TV, WhatsApp, Facebook, celular etc. é quase perfeita.

Trânsito

Como diz o Bruno Neher em uma de suas canções: “eu moro e não vejo tudo” em questões de trânsito. Parece que quanto mais a imprensa e órgãos oficiais trabalham no sentido de conscientizar a população, mais imprudentes ficam os motoristas. Eu fico perplexo quando vejo um motorista que dirige numa rodovia movimentada, uma Hilux preta sem os faróis ligados quando já está escuro com chuva; outra: crianças de três ou quatro anos paradas ou sentadas soltas na frente ou sobre o banco dianteiro e inclusive com o vidro lateral aberto; ainda há quem  trafegue de 100 a 200 metros no acostamento da contramão, parecendo aquelas imagens de países onde o trânsito ainda não está organizado. Infelizmente, tudo isso acontece todos os dias por aqui.

Segundona

Nesta semana, a Rádio Gaúcha fez enquete se o torcedor colorado quer ou não ser campeão da Série B. Uma parcela não vê nenhuma importância no título, priorizando a volta à Primeira Divisão. Outros querem ser campeões. Eu quero o título, pois se o título não vier, não haverá sentido em manter o bordão de “Campeão de Tudo”. 

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