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Por Donato Heinen. Publicado em 13/06/2018

Notas e Apartes nº 1.255

Coluna publicada no jornal Gazeta Regional de 13-6-18


Passagem – Minha passagem para Moscou sofreu várias modificações ao longo dos últimos meses no trecho brasileiro. Primeiro, Porto Alegre-Rio de Janeiro, depois Porto Alegre-Guarulhos e finalmente confirmando o roteiro via capital carioca. Mas na sexta-feira, 8, nova alteração, desta vez de horário. Acabei saindo da capital gaúcha no início da tarde.

Coincidência – Meu filho Luís Roberto é agrônomo. Trabalha em uma empresa de Santa Maria na área de irrigação com várias frentes de atuação no exterior. Em sua primeira viagem internacional a trabalho, o Beto esteve durante 17 dias visitando propriedades rurais na Romênia e Hungria. Como o voo de retorno dele foi cancelado na conexão Paris-Rio, na quinta à noite, o Beto embarcou na sexta de manhã para a capital carioca, chegando no final da tarde. Todos esses transtornos acabaram possibilitando que nos encontrássemos no aeroporto do Galeão. Ele fazendo conexão para Porto Alegre e eu para Moscou, via Frankfurt. Uma feliz coincidência.

  Rússia – Com expressivos 17.124.442 quilômetros quadrados, a Federação Russa, ou simplesmente Rússia, é o maior país do mundo. Seguido de Canadá, China, Estados Unidos e Brasil. Com os nossos 8.515.767 km2, temos menos da metade da área russa. Também impressiona o número de países com os quais a Rússia faz fronteira. Noruega, Finlândia, Estônia, Letônia, Lituânia, Bielorrússia, Polônia, Ucrânia, Geórgia, Azerbaijão, Cazaquistão, China, Mongólia e Coréia do Norte, além dos territórios da Abecásia e Ossétia do Sul.

Aeroporto – O Aeroporto Internacional de Domodedovo fica longe do centro de Moscou. Até o Hostel SleepLand, onde estou hospedado, são 50 km. Não gosto de chegar de noite em qualquer lugar. Ainda mais no exterior, o que sempre dificulta o transporte até o local de hospedagem. De madrugada é ainda pior. Como não há trem entre meia-noite e 6h, o jeito foi ir de táxi. O que não é nada interessante devido a distância.

  Metrô – As estações de metrô no centro de Moscou são verdadeiras galerias de arte subterrâneas. Belíssimas esculturas e gravuras ilustram 44 delas e são muito admiradas pelos passageiros, especialmente os turistas. O mármore é presença constante. Implantado a partir de 1935, o metrô vem sendo o principal meio de transporte de Moscou com 7 milhões de passageiros/dia. São 12 linhas com mais de 300 km de extensão. Todos os nomes das estações são grafados apenas em russo. Por isso, um mapa é imprescindível para o turista não se perder no emaranhado de estações.

  Copa do Mundo – Nesta quinta-feira, 14, inicia mais uma Copa do Mundo. A primeira Copa ocorreu no Uruguai, em 1930, quando os anfitriões foram campeões. Seguiram-se novas edições do maior torneio esportivo do mundo a cada quatro anos. Mas em 1942 e 1946, o evento não foi realizado devido à Segunda Grande Guerra. Em 2018, de 14 de junho a 15 de julho, a Rússia sedia pela primeira vez a Copa, agora em sua 21ª edição.

População – Estimada em cerca de 142 milhões de habitantes, a população da Rússia é pequena em comparação ao seu vasto território. O país abriga muitas minorias, em torno de 160 grupos étnicos no total. Mas o grupo russo é majoritário com cerca de 80% da população. A maioria dos russos vive nas cidades (73%), restando apenas 27% nas áreas rurais.

Temperaturas – Mesmo no final da primavera e às portas do verão, que começa por aqui no dia 21 deste mês, as temperaturas são relativamente baixas em Moscou e na Rússia de modo geral. Daqui até meados de agosto, variam entre 8 e 25 graus. De madrugada faz frio, mesmo no verão.

    Donato Heinen

 
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