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Por Donato Heinen. Publicado em 02/10/2018

Notas e Apartes nº 1.269

Coluna publicada no jornal Gazeta Regional de 19-9-18


Bahia – Nas décadas de 1980 e 1990, várias pessoas de Santo Cristo, em especial de Dona Belinha, resolveram apostar nas oportunidades de investimentos que surgiam no Oeste da Bahia, principalmente em Barreiras e Mimoso do Oeste – rebatizada Luís Eduardo Magalhães quando de sua emancipação – , ocorrida em 30 de março de 2000, através da Lei 7.619. O nome é em homenagem ao falecido deputado federal Luís Eduardo Magalhães, filho do ex-governador e ex-senador baiano Antônio Carlos Magalhães, morto em 2007.

  Contabilidade – A maioria dos emigrantes de Dona Belinha que foram para a região tem formação em Ciências Contábeis, exercendo a profissão paralelamente a outros investimentos. Entre eles, cito Ildo Rambo, um dos pioneiros, Milton Engelmann, Cidenei e Glênio Hermann e Nailton Michelsen.

Economia – Durante os 4 dias que convivi com o pessoal de Santo Cristo em Barreiras e Luís Eduardo Magalhães, tive oportunidade de conhecer diversas chácaras e fazendas da região, todas com elevada produtividade de soja, milho, algodão, mandioca, banana e até trigo. Além da criação de gado, a pasto e confinado, e de ovinos, bem como cultivo de eucalipto, entre outras culturas que representam a base econômica do Oeste baiano.

Recepção – Tive uma recepção inesquecível proporcionada pelos conterrâneos. Principalmente de parte de Ildo Rambo, Milton Engelmann, Cidenei Hermann e Elenilton Hermann, a quem registro agradecimento especial pela acolhida calorosa dele e de seus familiares.

Produtividade – Formada principalmente por grandes e médias áreas de terras, a região é responsável por uma significativa parcela da produção agropecuária da Bahia. As principais culturas de Barreiras são a soja, com 1.600.000 hectares plantados na última safra, que rendeu 66 sacas/ha em média. Depois, vem o algodão com 253.700 hectares de lavouras, para uma produção média de 315 arrobas por hectare. Já a produtividade média da safra de milho alcançou 180 sacas/ha nos 140 mil hectares cultivados.

  Dona Guisella – Apesar da idade avançada – 90 anos completados no dia 18 de agosto –, minha mãe encarou uma viagem de milhares de quilômetros de ônibus e avião até Brasília e Formosa (GO), onde visitamos familiares ao longo de duas semanas. Sempre disposta, com saúde boa e cabeça ótima, a dona Guisella encarou mais esse desafio. Pelo que recebe os cumprimentos dos filhos, genros, noras, netos e bisnetos.

Campanha – A campanha eleitoral deste ano é muito diferente das ocorridas nas últimas décadas no Brasil. Especialmente para o cargo de presidente da República. Parece que o eleitor resolveu sair da zona de conforto e está preocupado com o futuro do país. Cansados de tanta corrupção e incompetência, milhões de eleitores estão se manifestando e apoiando o candidato de um pequeno partido. Mas antes de um candidato, apostam numa nova ideia de fazer política no Brasil. Sem conchavos, sem roubalheira e com uma nova visão de administração pública. Mesmo porque nesse mar de lama poucos políticos se salvam. Por isso, analistas acreditam que em outubro haverá uma renovação acima da média nos Legislativos estaduais e federal.

  Manifestações – Quando milhões de pessoas estão dispostas a lutar de maneira espontânea em defesa das propostas de um candidato, sem ganhar um centavo e muitas vezes até ajudando a pagar do próprio bolso, vemos que novos ares surgem no horizonte da política nacional. A esperança de que um novo país saia das urnas é muito grande. Principalmente para que o Brasil resista à implantação do socialismo/comunismo, que tantas desgraças já provocou no mundo todo. Um exemplo vivo desse caos está bem próximo de nós, na Venezuela.

    Donato Heinen

 
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