Magazine RennerMieth MadeirasBlumen Platz Center - Outubro de 2015Mieth Madeiras
Por Donato Heinen. Publicado em 14/11/2018

Notas e Apartes nº 1.277

Coluna publicada no jornal Gazeta Regional de 14-11-18


EUA – Embora criticados por muitos, os Estados Unidos continuam um dos destinos mais procurados pelas pessoas em busca de trabalho e bem-estar. Já visitei o país três vezes e, em 2017, residi lá por quase meio ano. Repito o que já escrevi aqui anteriormente. As principais diferenças do Brasil em relação aos EUA é que lá tudo é feito com planejamento e as leis são cumpridas. E quem não as respeita, sabe que será punido. Simples assim. Ao contrário do Brasil, país da impunidade. Será que um dia chegaremos nesse estágio?

Estatais – Somente nos governos petistas de Lula e Dilma foram criadas 43 novas empresas estatais, inchando ainda mais a ineficiente máquina pública. No período, 28 delas, as não-financeiras, causaram um prejuízo de R$ 8 bilhões à população. Somente duas subsidiárias da Petrobras são responsáveis por R$ 5 bi de prejuízo de 2009 – data da criação – até 2015. Nunca apresentaram qualquer resultado positivo nos balanços devido à má gestão, aliada à corrupção. Ou seja, além da roubalheira nas empresas já existentes, os governos petistas criaram novas estatais para beneficiar apadrinhados seus.

Eleições – Por isso, fica difícil entender como 47,040 milhões de eleitores votaram no segundo turno no candidato que representou a roubalheira. O povo é tão mal informado que vota aos milhões em quem é diretamente responsável por suas dificuldades e pela miséria que o país vive. Caso contrário, como acreditar que o eleitor vote em quem causou a derrocada econômica e ampliou a miséria via corrupção e criação de cabides de emprego?

Ministérios – Além da criação de 43 novas estatais, Lula e Dilma também incharam a administração criando novos ministérios. Número chegou a 39, sendo reduzido por Michel Temer para 29. Já Bolsonaro deverá reduzir drasticamente esse número para apenas 17. Além de diminuir os cargos em comissão no governo federal. Milhares de “companheiros” vão perder a mamata e terão que trabalhar para o seu sustento.

  BNDES – Durante a campanha eleitoral, o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), declarou várias vezes que ao assumir pretende “abrir a caixa preta do BNDES”. O motivo é o uso de recursos do banco estatal para corrupção e financiamentos irresponsáveis de republiquetas afinadas ideologicamente com os governos de esquerda.

Levy – Ministro da Fazenda durante menos de um ano no governo de Dilma Rousseff, Joaquim Levy foi convidado e aceitou assumir a presidência do BNDES. É um cargo técnico e Levy é tido como muito competente no ramo. Saiu do governo Dilma não por causa da oposição, mas, sim, boicotado pelos próprios petistas. Levy também já havia sido ministro do governo Lula.

  Invicto – No distante ano de 1979, o Internacional obteve um feito inédito ao ganhar o tricampeonato nacional de forma invicta. Uma conquista que nenhum outro clube brasileiro conseguiu igualar até hoje. Foi a última vez que o Inter foi campeão brasileiro. Depois disso, o máximo que conseguiu foi o vice-campeonato.

  Medíocre – A equipe do Colorado, definitivamente, não inspira confiança ao torcedor. Os últimos jogos foram de uma mediocridade sofrível. Ganhou por 2x1, de virada, do Atlético PR, no último dia 4, no Beira-Rio, favorecido por um pênalti inexistente. Já no domingo (11), cedeu o empate em 1x1 contra o Ceará. Em ambos os confrontos praticou um futebol pobre, ruim, sofrível, medíocre, quase varzeano. O que mais irrita o torcedor é ver o time levar gols por erros de passes, que ocorrem tanto no ataque, meio-campo e defesa. A continuar assim, vamos ficar mais 39 anos sem conquistar o Campeonato Brasileiro.

Donato Heinen

 
Imobiliária Cerro AzulRepresentações BirckRepresentações Birck - 1 Cotrio - Logomarca
Cotrio - LogomarcaRepresentações Birck - 1 Representações BirckImobiliária Cerro Azul