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Por Donato Heinen. Publicado em 10/01/2019

Notas e Apartes nº 1.285

Coluna publicada no jornal Gazeta Regional de 10-1-19


NotíciasÉ visível o interesse seletivo das pessoas no que se refere ao consumo de informações. Na última segunda-feira pela manhã, veiculei em meu site (www.grandesantarosanoticias.com) notícia com a manchete “Tentativa de homicídio em Santo Cristo”, com base em informações veiculadas pela DP local. Já à tarde, publiquei nova notícia sobre o mesmo fato sob a manchete “Autor de disparos na Linha Alma contesta versão da vítima”.

Facebook – Ambas as manchetes, com os respectivos links de acesso ao site, foram por mim publicadas no Facebook. Uma pela manhã. A outra, à tarde. A primeira teve 42 compartilhamentos na rede social até a tarde de ontem. A última, apenas 3. Ou seja, a esmagadora maioria dos leitores procurou difundir apenas a primeira versão. Já a difusão no Facebook da versão do acusado pelos disparos despertou interesse mínimo das pessoas.

Posse – Uma das maiores diferenças na solenidade de posse de Jair Bolsonaro na Presidência da República, ocorrida na tarde do primeiro dia deste ano, em relação aos atos de posse de seus antecessores, diz respeito ao enfoque político-partidário do evento. Nas posses da Lula (2003 e 2007) e de Dilma Rousseff (2008 e 2011), ambos do PT, a conotação partidária dada às solenidades foi enorme. A começar pelas bandeiras dos partidos que deram sustentação às eleições de ambos. À época, a Esplanada dos Ministérios foi tomada por milhares de bandeiras desses partidos.

Bolsonaro – Como o leitor deve ter constatado, na posse de Jair Bolsonaro (PSL) o que prevaleceu foram as bandeiras do Brasil. O partido do presidente ficou em plano secundário. Aliás, a esmagadora maioria dos 57.797.847 eleitores sequer sabe a qual partido pertence o presidente da República. Foi uma eleição suprapartidária. Ou seja, os interesses do Brasil estão em primeiro lugar.

Palanque – O novo presidente usou pouco o palanque eleitoral durante a campanha, já que foi vítima de tentativa de assassinato no dia 6 de setembro do ano passado. A partir daí, sua campanha foi realizada basicamente através de redes sociais. E a um custo baixíssimo – cerca de 10% do valor gasto pelo candidato que com ele disputou o segundo turno do pleito.

Mudança de atitude – Mas urge que Bolsonaro esqueça a campanha eleitoral e passe a delegar a terceiros a tarefa de comunicação do governo com a sociedade. Veicular todos os dias vários textos ou vídeos pela internet e conceder entrevistas a toda hora para os mais variados meios de comunicação, acaba gerando conflitos de informação. Por isso, os desmentidos têm sido constantes.

Batendo cabeça – Quando todos se manifestam a toda hora, publicamente, sobre assuntos de governo, a tendência é que haja distorções. Temas que são objetos de estudos e análises acabam sendo tornados públicos antes de sua conclusão. E isso leva a constantes desmentidos por parte dos ocupantes dos principais cargos do novo governo. O que gera desgaste gratuito e desnecessário.

  Lula – É dada como certa a condenação do ex-presidente Lula no processo em que ele é acusado de receber propina com relação a um sítio em Atibaia, cuja propriedade lhe é atribuída.

VII HEINENFEST – Ocorre no sábado (12), ao meio-dia, em Rolador Alto, Santo Cristo, mais um encontro de descendentes dos irmãos Emílio e João Heinen, entre outros ramos da família.  

Donato Heinen

 
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