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Por Adair Philippsen. Publicado em 24/12/2012

FlATOS EM FlOCO (DETRÁS DA MANCHETE)

Coluna de Adair Philippsen - O humor em forma de notícia.


E O MUNDO NÃO CHEGOU AO FIM

(Zero Hora de 22/12/2012)

Passou o dia 21 e o mundo continua a existir, apesar do apocalipse previsto para ontem, devido a mudança de era no calendário maia. Os prognósticos de cataclismo não ocorreram. E assim deixa de se confirmar a segunda profecia maia para 2012. A outra era a do Maia da Câmara de Deputados, o presidente Marco, que vaticinou a inexistência do mensalão.

– Interpretações catastróficas, definitivamente, não são o forte dos maias – assinalou Juan Pablo García, professor mexicano e estudioso dos povos ameríndios.

Coincidência ou não, enquanto o mundo gira, a Câmara para com o recesso parlamentar. No retorno, Maia, o Marco, deve entregar o bastão, de presidente e de profeta.

            ***

DILMA PEDE UM “PIBÃO GRANDÃO” DE NATAL

(Correio do Povo de 21/12/2012)

A presidente coleciona ursinhos de pelúcia, que as camareiras expõem pelo aposento íntimo do Palácio da Alvorada. Por ordem de Dilma, as serviçais acomodam no mínimo um deles na cama da chefe, quando ela não está viajando.

Marisléia, coordenadora do pessoal encarregado desse serviço, lembra que “Dilma se abraça ao ursinho e os dois parecem adormecer juntos.” ”A cena chega a ser tocante”, acrescenta enternecida.

O primeiro urso da coleção foi Pibinho, presente do ministro Mantega. Depois se seguiram outros, destaca Marisléia. Pibento, a doutora Dilma recebeu do Papa em sua visita a Roma. Do governador do Rio, Sérgio Cabral, recebeu o Pibacana. Outro, com trajes alemães, é o Pibelô, lembrança da cidade gaúcha de Dois Irmãos.

Agora a presidente cruza os dedos e torce para aumentar sua coleção. Prefere um urso maior, um “pibão grandão”, faz questão de realçar.

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ÍNDIO MULTADO EM R$ 300 MIL

(Correio do Povo de 14/11/2012)

            Um índio karipuna, da aldeia Manga, do interior do Amapá, cujo nome a polícia mantém em sigilo, foi multado em R$ 300 mil após várias infrações de trânsito.

            – Ele andava mais rápido que má notícia, e na contramão, conforme as denúncias que recebemos – informou o encarregado do setor de trânsito da capital, Macapá.

            O indígena pilotava uma canoa pelo Rio Jari quando flagrado. Além da velocidade excessiva e da direção na contramão, cometeu outras infrações e a embarcação apresentava várias irregularidades: estacionamento em local proibido no porto da aldeia; falta de remo reserva (estepe), espelho retrovisor, luz de freio e retrovisor. Na canoa, em lugar do macaco mecânico, o índio trazia consigo um macaquinho capturado na floresta.

Agora, com a carteira de habilitação presa, ele pensa em recorrer. Mesmo sem falar à reportagem, por meio do representante do Funai, esclareceu que quer ao menos reduzir o valor da multa ou tentar o parcelamento. 

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