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Por Donato Heinen. Publicado em 05/04/2019

Notas e Apartes nº 1.297

Coluna publicada no jornal Gazeta Regional de 3-4-19

 

                                                                                    De Casablanca, Marrocos

Macedônia – O último país oriundo da antiga Iugoslávia que visitei, no início da semana passada, foi a Macedônia do Norte. A independência foi declarada em 8-9-1991. A expressão do Norte foi acrescentada ao nome por exigência da Grécia, conforme acordo assinado no ano passado. A capital e maior cidade é Skopje, com aproximadamente 668 mil habitantes. No país todo, vivem cerca de dois milhões de pessoas sob uma república parlamentar. A Macedônia não tem saída para o mar. A língua oficial mais falada é o macedônio, e a moeda, o dinar macedônio. A inflação apresenta índices muito baixos, cerca de 2% a 3% ao ano. O comércio representa mais de 90% do PIB.

Casablanca, o filme – A produção data de 1942, em plena Segunda Guerra Mundial. O filme norte-americano foi dirigido por Michael Curtiz e estrelado por Humphrey Bogart – no papel de Rick Blaine – e Ingrid Bergman como Ilsa Lund. Foi baseado na peça teatral Everybody Comes To Rick’s (Todo Mundo Vem ao Café de Rick). Rick deve escolher entre ajudar sua amada, Ilsa, a fugir ou não de Casablanca com o marido, Victor Lazio. Lazio é um dos líderes da resistência Tcheca e quer continuar lutando contra os nazistas. Casablanca é uma película charmosa, sendo considerado um dos maiores filmes da história do cinema, tendo recebido vários Oscar graças ao talentoso trabalho de Bogart e Ingrid Bergman, aliado a excelente direção, roteiro e impacto emocional que o filme protagonizou.

Curiosidades – Alguns detalhes chamam atenção quando visito outros países. Como o destino do papel higiênico. No Brasil, na quase totalidade dos locais públicos e residências, o papel é descartado em recipientes próprios e depois levado para aterros sanitários. Já na grande maioria dos países da Europa, entre outros continentes, o papel higiênico é descartado no próprio vaso sanitário. Ao menos em locais como hotéis, aeroportos, estações de transporte público etc. No Brasil, pelo que me consta, a razão alegada é que ele entupiria a rede doméstica de esgoto. Será? No meu retorno, pretendo consultar algum especialista na área pra saber mais detalhes sobre o tema.

31 de março – Por decisão do presidente Jair Bolsonaro, ocorreram solenidades alusivas a Revolução de 31 de março de 1964 nas unidades militares do país. Através de medida liminar, uma juíza de Brasília determinou a proibição das comemorações. Mas a medida foi revogada pelo TRF da 1ª Região.

Apelo popular – Centenas de milhares de pessoas foram às ruas em março de 1964 pedir a intervenção dos militares para evitar a implantação do comunismo no Brasil. A maior manifestação foi a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, em São Paulo. Através da intervenção militar, nos livramos do comunismo em 1964. Já em 2018, aqueles que chegaram ao poder pelo voto em 2002, pretendiam continuar o intuito e o povo rechaçou o socialismo/comunismo novamente através do apelo aos militares. Mas desta vez pelo voto, elegendo presidente da República um ex-capitão do Exército.

  Mentiras – A maioria dos esquerdistas sempre alegou defender a democracia ao lutar contra o regime militar. Mas vários deles já admitiram a real intenção, como Eduardo Jorge (PV). “Nós éramos contra a ditadura militar, mas a favor da ditadura do proletariado”, declarou em entrevista. Já a ex-presidente Dilma, de forma cínica, continua insistindo: “eu me orgulho muito de ter lutado contra a ditadura do primeiro ao último dia. Porque lutei pela democracia”.

Donato Heinen

 
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