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Por Donato Heinen. Publicado em 10/05/2019

Notas e Apartes nº 1.302

Coluna publicada no jornal Gazeta Regional de 8-5-19


Previdência – Fernando Schüller, professor gaúcho, disse que “se a reforma da Previdência fosse contra os pobres já teria sido aprovada há muito tempo. Tudo aquilo que prejudica o pobre passa como um foguete pelas duas casas do Congresso. A reforma proposta pelo governo só está encontrando essa resistência desesperada do PT, dos seus satélites e da massa da politicalha safada porque é, justamente, a favor dos pobres e contra os ricos. Cem por cento contra os ricos ─ no caso, algumas dezenas de milhares de funcionários públicos com salário-teto na casa dos 40.000 reais por mês, sobretudo nas camadas mais altas do Judiciário e do Legislativo. São esses os únicos que vão perder, e vão perder em favor dos que têm menos ou não têm nada”.

  Desiguais - Segundo o jornalista J.R. Guzzo,  “a Previdência brasileira determina, expressamente, que os cidadãos são desiguais; quem trabalha no setor privado, segundo as regras que se pretende mudar, vale menos que os funcionários do setor público e, portanto, tem de receber aposentadoria menor. Estão interessados, apenas, em defender privilégios. Eles pretendem manter exatamente como estão todas as desigualdades materiais em favor das castas que mandam no Estado. Fazem as pessoas acreditarem que o agressor está do lado dos agredidos. Quando o ministro Paulo Guedes foi à Câmara para explicar a reforma da previdência, o PT fez o possível para impedir o ministro de falar. O que levou o ex-presidente Lula a dizer, da cadeia, que estava “orgulhoso” com a agressão verbal do deputado Zeca Dirceu (PT) ao ministro. Em dezesseis anos de Lula e Dilma, na verdade, não se conhece um único caso de rico prejudicado pelo governo. Em que outra ocasião da história política do Brasil o roubo do Tesouro Nacional viveu dias de tanta glória como nos governos de Lula?”, pergunta Guzzo.

Povo – E o povo mais humilde, em sua quase totalidade mal informado, ludibriado por aqueles que não querem perder suas vantagens, é o maior prejudicado se a reforma da Previdência não for aprovada. E esse mesmo povo serve de massa de manobra para que os privilegiados – especialmente os detentores de altos cargos no serviço público – continuem com seus benefícios. Ou seja, além de serem os mais prejudicados se a reforma NÃO OCORRER, os mais pobres ainda defendem seus algozes, que os manobram como inocentes úteis.

Deputado – Uma das declarações mais vergonhosas foi feita pelo deputado Paulo Ferreira da Silva (SD), no Dia do Trabalho, em São Paulo. Paulinho da Força, como é conhecido, disse que é preciso “desidratar” a reforma, porque na forma como está ela ajudaria na reeleição do presidente. “Precisamos de uma reforma da Previdência que não garanta a reeleição do Bolsonaro”, disse Paulinho. Isso comprova que muitos políticos estão preocupados apenas com seus próprios interesses e não com benefícios para o povo.

Voluntariado – O trabalho voluntário em benefício da comunidade ganha cada vez mais adeptos. Ajudar a outrem é gratificante. Por iniciativa do empresário Erni Birck e com a colaboração de 48 voluntários, foi realizada uma operação tapa-buraco no trecho da rodovia RST 472 que vai de Santo Cristo até a Vila Laranjeira, e também no contorno da cidade, no feriado do dia 1º. Ontem pela manhã, ocorreu a prestação de contas. Foram usados 21.190 kg de massa asfáltica. A despesa total ficou em R$ 10.277,15. As doações superaram as expectativas, perfazendo R$ 13.362,00. O valor excedente foi doado ao Grupo de Voluntariado Mobiliza e aos bombeiros voluntários de Santo Cristo, à razão de 50% para cada um. Parabéns a todos os participantes.

Donato Heinen

 
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