Mieth MadeirasBlumen Platz Center - Outubro de 2015
Por Donato Heinen. Publicado em 30/10/2019

Notas e Apartes nº 1.327

Coluna publicada no jornal Gazeta Regional de 30-10-19


Comunismo – Quem é minimamente informado já conhece de longa data o plano da esquerda mundial e latino-americana de implantar o comunismo na maioria dos países da América do Sul. Uma reunião realizada em Brasília em 23 de maio de 2008 criou a União das Nações Sul-Americanas – UNASUL. De forma disfarçada, o bloco pretende implantar um regime ditatorial comunista no continente.

Chile – Nem o Chile está imune ao populismo. O país integra há dez anos a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE, grupo de 34 países com as melhores práticas. Outrora pacíficas, as demandas da população estão sendo exploradas com interesses políticos. A extrema-esquerda do país, comandada pela Frente Ampla e o Partido Comunista, objetiva desestabilizar o governo de Sebastián Piñera e qualquer outro que não esteja alinhado com suas idéias ultrapassadas, retrógradas e causadoras de miséria mundo afora. A população chilena está apreensiva com a destruição praticada pelos vândalos incitados pela esquerda.

Foro de São Paulo – Bem mais antigo que a UNASUL, o Foro de São Paulo foi criado em 1990, na capital paulista. Ele reúne partidos de esquerda de diversos países da América Latina. Os recentes protestos no Equador e no Chile levaram o presidente Jair Bolsonaro a alertar os brasileiros para o perigo que representaria o Foro de São Paulo também para o nosso país. Ele também disse que se houver ataques de vandalismo no Brasil não hesitará em acionar o Exército para manter a ordem pública.

Pacto de Puebla – Uma terceira entidade da esquerda latino-americana é o Pacto de Puebla, fundado na cidade mexicana que lhe empresta o nome. Criado em um seminário do qual participaram políticos de esquerda como Fernando Haddad (PT), Rafael Corrêa, ex-presidente do Equador, e o ex-presidente do Paraguai Fernando Lugo, o Pacto segue roteiro parecido com o do Foro de São Paulo. Também é signatário do Pacto o ex-presidente da Espanha José Luis Zapatero, entre outros.

Argentina – O populismo está de volta à Argentina com a vitória em primeiro turno, no último domingo, do peronista Alberto Fernándes, tendo a ex-presidente Cristina Kirchner como vice. Logo ela, que junto com seu marido e também ex-presidente do país, Néstor Kirchner, já falecido, quebrou a economia da Argentina. Atual presidente, Maurício Macri sucumbiu às pressões da população e também tomou medidas populistas para tentar capturar o voto do eleitorado. Faltou a Macri a coragem para tomar as medidas duras que o país necessita para retomar o crescimento e de mostrar ao povo a verdadeira realidade da Argentina, quebrada por seus antecessores.

Venezuelização – Com o retorno da esquerda ao poder na Argentina, cuja economia está em situação delicada há décadas e com inflação em alta, diversos analistas políticos projetam dias sombrios para os hermanos. O risco dos nossos vizinhos terem o mesmo destino dos venezuelanos é real. O populismo, aliado ao socialismo/comunismo, pode levar a Argentina a seguir o caminho da miséria vivido pela Venezuela há vários anos. O que seria péssimo para todos os países da América Latina. Resta torcer para que o novo presidente não siga a receita desastrosa adotada pelo casal Kirchner.

Foto – Logo após a eleição, Fernándes postou foto fazendo com a mão o tradicional “L” em homenagem ao maior corrupto de nossa história. A foto fala por si e mostra que o novo presidente se solidariza com corruptos. Kirchner também é processada por corrupção...

Donato Heinen

 
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