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Por Donato Heinen. Publicado em 10/09/2018 as 12:20:23

Saiba o que Renato queria falar no vestiário do Inter

No momento mais tenso do clássico, técnico do Grêmio tentou entrar no vestiário colorado


Gre-Nal terminou com muita discussão (Félix Zucco / Agencia RBS)

A repercussão da  confusão depois do Gre-Nal de domingo (9)vai demorar para terminar. Após a vitória colorada por 1 a 0Renato Portaluppi foi contundente ao dizer que "o Grêmio sabe ganhar e perder", e que "o torcedor colorado precisa saber o que os jogadores do Inter fizeram cinco meses atrás". 

Renato e os dirigentes do Grêmio não quiseram dar mais detalhes. Mas nos bastidores, é falado abertamente que os líderes do grupo colorado se dirigiram ao vestiário tricolor, em um clássico do Gauchão no início do ano, para pedir que as provocações, principalmente em rede sociais, fossem evitadas naquele momento. O objetivo seria diminuir a possibilidade de uma eventual confusão. 

O problema é que os atletas do Grêmio se sentiram atingidos pela maneira como os colorados comemoram a vitória deste domingo. Esse foi o ponto principal da confusão no Beira-Rio.

E era exatamente sobre isso que Renato queria falar. Por isso ele tentou entrar no vestiário do Inter logo após o jogo. Seu objetivo era conversar com os líderes do grupo, especialmente com D'Alessandro, com quem mantém boa relação, e saber o motivo do que ele considerou uma comemoração provocativa após o pedido de paz.

Neste momento, na transmissão da Rádio Gaúcha, eu estava exatamente em frente aos vestiários. A distância da entrada do vestiário  do time da casa e o do  visitante é de apenas cinco metros. Renato conseguiu chegar até a porta do ambiente onde estavam os profissionais do Inter. Ali começou a ser empurrado por seguranças e teve que voltar. Foi o momento mais tenso do clássico. Logo depois disso, concedeu a sua entrevista coletiva. 

Na zona mista, entrevistei alguns atletas colorados, entre eles Edenílson e Rodrigo Dourado, que negaram com veemência qualquer pedido de trégua cinco meses atrás. 

Como não teremos mais Gre-Nal em 2018, a esperança é que os próprios profissionais resolvam esta questão. E que o próximo clássico, em 2019, seja em paz. 

Eduardo Gabardo/Gaúcha ZH


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