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Por Grande Santa Rosa Notícias. Publicado em 11/10/2018 as 00:04:19

“Vamos acabar com a farra dos marajás”, diz Bolsonaro sobre as incorporações salariais

Bolsonaro conversou com a imprensa após gravação de campanha. (Foto Fernando Frazão/Agencia Brasil)


O candidato a presidente do PSL, Jair Bolsonaro, retomou, o mote de Fernando Collor na campanha pela disputa pelo Planalto em 1989 e prometeu “acabar com a farra dos marajás.” A declaração do capitão do Exército refere-se a sua proposta de eliminar a incorporação de salários de cargos comissionados para o funcionalismo público. Essa seria uma das medidas para uma reforma da Previdência a ser apresentada por um eventual governo.

“Tem muitos locais no Brasil que o servidor público tem um salário x e tem um cargo em comissão. Depois de oito a dez anos, ele incorpora o salário. E depois de oito ou dez, ele incorpora de novo. Vamos acabar com essa farra de marajás”, disse o presidenciável, sem detalhar a proposta.

Bolsonaro afirmou que, se for eleito, vai procurar a equipe do governo Michel Temer responsável pela Reforma da Previdência para apresentar a sua proposta. Segundo ele, o ato seria “um grande passo.” “Não podemos é passar para o ano que vem sem fazer a reforma da Previdência”, disse Bolsonaro, afirmando que vai apresentar uma proposta que tenha aceitação do parlamento. “A proposta do Temer como está, se bem que ela mudou dia após dia, dificilmente será aprovada”, disse.

“Não tem como controlar” a militância

Bolsonaro conversou com a imprensa por cerca de dez minutos no final da tarde de terça-feira, após passar o dia gravando programas para o horário eleitoral que se inicia na próxima sexta-feira. O capitão do Exército comentou também sobre atos de violência que estão sendo cometidos por apoiadores de sua candidatura e disse que “não tem como controlar” a sua militância.

Na segunda-feira, um mestre de capoeira baiano, após declarar voto no PT, foi atacado com 12 facadas em Salvador, na Bahia, por um homem que vestia uma camiseta de Bolsonaro. Questionado sobre como vê esses atos, o candidato respondeu: “o que tenho com isso?”

“Essa pergunta não tem que ser invertida? Quem levou a facada fui eu. Agora um cara com uma camisa minha comete lá um excesso, o que eu tenho com isso? Peço ao pessoal que não pratique isso, mas não tenho controle. São milhões e milhões de pessoas que me apoiam. A violência vem do outro lado, a intolerância vem do outro lado. Eu sou a prova, graças a Deus, viva disso daí”,  disse o candidato.

Para ele, esses são episódios isolados. “(O clima) não está tão bélico assim não. Está um clima acirrado, está havendo uma disputa, mas são casos isolados.

Não tem que falar em plano de governo

Questionado se usará o segundo turno para detalhar o seu plano de governo, Bolsonaro disse que não tem por que fazer isso na disputa com Fernando Haddad (PT). “(O plano) já está esclarecido. Entre mim e Haddad não tem que falar em plano de governo. Primeiro que ele é um fantoche, toda decisão que ele tem que tomar tem que ir para Curitiba conversar com o presidiário”, atacou Bolsonaro.

Nesta quinta-feira, a campanha prepara uma reunião com parlamentares de diversos partidos para oficializar apoios para o segundo turno.

 O Sul


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