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Por Donato Heinen. Publicado em 14/09/2020 as 12:47:57

Domingo é marcado por protestos na Argentina

Manifestantes exigem o fim do isolamento social e criticam o governo dos peronistas Alberto Fernández e Cristina Kirchner


Argentinos desafiaram o governo de esquerda de Fernández | Foto: REPRODUÇÃO/TWITTER

No domingo 13, milhares de argentinos tomaram as ruas para protestar contra o governo dos peronistas Alberto Fernández e Cristina Kirchner. Entre outras insatisfações está o isolamento social, o mais longo da América Latina. O movimento foi convocado pelas redes sociais, com as hashtags #13STodosALasCalles, #13SPorLaRepublica e #13SJuntosContraLaIMPUNIDAD. Na capital, Buenos Aires, houve duas mobilizações, uma maior, ao redor do Obelisco, na Avenida 9 de Julio, a principal da cidade, e outra, menor, diante da residência oficial de Olivos, onde vive o presidente Fernández. Os principais gritos de guerra foram “todos pela República”, “Todos pela liberdade”, “Fora, Cristina”.

O presidente Fernández decretou confinamento obrigatório em 20 de março. Contudo, na contramão de outros países, a medida segue vigente. Ainda assim, a pandemia não cedeu no país. Os manifestantes também reclamam da libertação de 4,5 mil detentos, da reforma do Judiciário, do estado da economia, que vem sentindo os efeitos do isolamento, e do aumento do desemprego e da pobreza. Além disso, não há um plano para a retomada pós-covid-19, segundo declarou a oposição no domingo. Recentemente, até a polícia se mobilizou contra o governo de esquerda. Dessa forma, os agentes pediram melhores condições salariais e dignas de trabalho. Em momento de tensão, os policiais cercaram a casa do presidente da República. 

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Revista Oeste


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