Situação climática no Amazonas é 'mais grave do que o imaginado', diz ministro do Meio Ambiente

O Estado do Amazonas segue enfrentando problemas relacionados aos incêndios florestais e a fumaça que compromete a qualidade do ar nesta segunda-feira, 12.
Manaus, a capital do Estado, amanheceu coberta por fumaça e registrou a pior qualidade do ar do Brasil pelo quinto dia consecutivo, de acordo com o indicador IQAir, que monitora a qualidade do ar ao redor do globo.
Em uma entrevista coletiva na Base Aérea de Manaus no domingo, 11, o ministro do Meio Ambiente e do Clima, João Paulo Capobianco, afirmou que o cenário observado é "mais grave do que ele imaginava" após realizar uma visita de monitoramento à região de Autazes
Manaus, a capital do Estado, amanheceu coberta por fumaça e registrou a pior qualidade do ar do Brasil pelo quinto dia consecutivo, de acordo com o indicador IQAir, que monitora a qualidade do ar ao redor do globo.
Em uma entrevista coletiva na Base Aérea de Manaus no domingo, 11, o ministro do Meio Ambiente e do Clima, João Paulo Capobianco, afirmou que o cenário observado é "mais grave do que ele imaginava" após realizar uma visita de monitoramento à região de Autazes
De acordo com um boletim divulgado no domingo, 11, pelo Ministério do Meio Ambiente, o IBAMA extinguiu 236 incêndios no Estado e segue atuando para combater outros 22 focos ativos no Amazonas.
O Governo Federal apontou que seis das onze aeronaves que foram disponibilizadas já chegaram ao Amazonas. 250 brigadistas estão no local e outros 40 estão em deslocamento para reforçar as operações.
Além da mobilização do governo federal, uma equipe do Estado de São Paulo também está no Amazonas para apoiar o combate aos incêndios florestais. A missão reúne 30 profissionais, incluindo 25 bombeiros e cinco integrantes da Defesa Civil estadual
A equipe paulista deve concentrar seu trabalho no combate às chamas e na contenção da propagação do fogo.
No período, foram registradas 1380 ocorrências, contra 372 no mesmo mês do ano passado. Segundo o Painel do Fogo, 1186 acontecimentos foram em áreas públicas, enquanto 93 foram em propriedades privadas
246 registros ocorreram em assentamentos federais, 116 em terras indígenas, 97 em unidades de conservação e 174 em áreas associadas ao desmatamento.
Por Estadão Conteúdo


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