Carreira de ganha no atar
Escrevi, há tempos, um livro intitulado OS GAÚCHOS. A ação começa exatamente em uma cancha reta. O jogo que se perde nos tempos, e no qual, mais uma vez, o gaúcho e seu cavalo se encontram. Para apostar carreira com outros cavalos, em dois andarivéis, também chamados de trilha, em uma cancha reta, uma estreita faixa delimitada de terra ou grama, onde cada cavalo deve correr sem invadir o espaço do adversário. Neles, fortunas se fizeram e perderam. Daí o ditado que meu primeiro sogro gostava de usar: “carreira se ganha no atar”.
Quem acompanha a política sem pender para a esquerda ou direita, é como gaúcho no lombo de seu cavalo, matutando sobre a vida, enquanto as coxilhas se perdem no céu. Nesta próxima eleição presidencial, não há como não concluir que os dois principais postulantes à Presidência, são fracos e carentes da grandeza que faz um grande presidente. São toscos. Somam seus erros, esperando que o adversário faça algo pior. Que tanto precisa o Brasil. Enquanto o da esquerda e seu partido acumulam ilícitos penais há décadas, escapando graças ao benigno STF, seu adversário resolve brigar com a melhor cabo eleitoral que tinha: sua madrasta Michele.
Talvez por um desvio psicológico, ele não entendeu que sua madrasta, agora, não é mais a simples namoradinha de seu pai. Tem vida própria. Tem carisma, tem uma fisionomia agradável, se expressa bem e carrega os evangélicos. Mais do que ele. Não é comum mulheres brasileiras terem este perfil. É uma líder entre as mulheres. Se seu pai, tão errado nas escolhas políticas, tivesse escolhido o governador de São Paulo, Tarcísio, como candidato a Presidente e Michele como vice, a direita ganharia de “rebenque erguido”. Agora, na cancha reta...


.png)






.jpg)
 2-1-26.png)
.png)