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Por Donato Heinen. Publicado em 02/10/2026

Notas e Apartes 1.679

Dia 30-9-26 – Coluna publicada em GSRN


  Mentira – Uma publicação do influenciador Jeferson de Oliveira Monteiro, autor do perfil de esquerda “Dilma Bolada”, foi replicada na Internet por mais de um milhão de pessoas e órgãos de imprensa dizendo que Flávio Bolsonaro pretende retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. A pedido do candidato do PL à Presidência, o ministro do TSE André Mendonça determinou a remoção das publicações. Em nome de uma suposta “liberdade de expressão”, o ministro Flávio Dino, do STF, contrariou Mendonça e determinou que publicações removidas sejam restabelecidas. Uma das publicações traz a imagem de Nossa Senhora com a legenda: “A família miliciana odeia tanto mulher preta que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida”. Ao atropelar a competência do TSE, Dino abre um precedente muito perigoso na Corte de Justiça. Já na noite de segunda-feira, o ministro Luiz Fux derrubou a decisão do colega Dino. 

Decreto - Não há lei designando Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil. Em decreto de 1930, o papa declara Nossa Senhora padroeira do país. Um projeto de lei de 2007 que pretendia retirar o título da padroeira foi arquivado na Câmara dos Deputados em 2008. 

Entrevista – Em entrevista à Band no domingo, Lula disse que "esse negócio de mexer com Nossa Senhora Aparecida não é aceitável”. “Mas foi uma fake news, né, presidente?", contestou a jornalista Adriana Araújo. "Eu não sei se foi fake news", rebateu Lula. É muita canalhice! 

Impunidade – Mesmo após decisão da Justiça, um servidor da Secom do governo Lula publicou em uma rede social a fake news sobre Nossa Senhora Aparecida. Isso indica uma estratégia organizada para manter a informação falsa em circulação até o primeiro turno das eleições. Como ele é de esquerda, fica por isso mesmo. A impunidade está garantida pelo STF.

 Morador de rua – Em vídeo que circula na Internet, um morador de rua declara seu voto pela reeleição de Lula. Isso mostra o nível de alienação de uma parcela cada vez maior da população. Lula acionou o modo Odorico Paraguaçu (da novela O Bem Amado) de governar. Lula decidiu criticar suas próprias decisões tomadas ao longo dos últimos quatro anos. Não temos mais presidente, mas um comitê eleitoral (des)governando o país.

 Jogatina – A jogatina através de sites de apostas conhecidos como “bets” foi autorizada em lei e regulamentada pelo presidente Lula via decreto. Com isso, o governo arrecadou dezenas de bilhões de reais em impostos. Com o povo cada vez mais endividado, Lula editou medida provisória extinguindo as bets. A medida vale por apenas 60 dias e precisa se aprovada pelo Congresso para virar lei. Esses sites investem bilhões de reais em propaganda e patrocínio de times de futebol, que perderão boa parte de sua receita. A quebra de contratos decorrente da MP gerou grande revolta contra Lula no meio esportivo. A medida é eleitoreira e não está surtindo os efeitos esperados pelo governo. Pelo contrário, Lula deverá perder votos com isso.

 Resultado – O governo perderá os bilhões que arrecadava de impostos sobre a jogatina. O povo continuará jogando e se endividando em sites de apostas clandestinos. Que fase, hein, Lula! Aos poucos, o eleitor descobre que está sendo cada vez mais ludibriado por Lula e seus apoiadores. A proibição gerou efeito contrário: pelos menos 543 novas plataformas ilegais aparecem em apenas três dias.

 Diabo – “Eu não sou o diabo, mas faço de tudo para parecer ele. Vamos fazer o diabo para ganhar as eleições”, disse Lula.  O tal “fazer o diabo” entrou para o vocabulário político em março de 2013, numa declaração de Dilma Rousseff sobre sua campanha à reeleição. Lula está cometendo diversos crimes eleitorais previstos no art. 299 do Código Eleitoral com medidas que visam à compra de votos. Mas a credibilidade de Lula e de seus apoiadores está abaixo do rodapé.

 Nível – Já faz algum tempo, um humorista que apoia Lula publicou charge mostrando Jesus passeando no deserto com um namorado. Esse é o nível da esquerda. A CNBB assiste em silêncio e apoia essa gente. A campanha do PT distribuiu manual recomendando à militância a dizer que Lula é católico e sempre foi guiado por valores cristãos. O cinismo dessa gente não tem limites.

 Comitiva - Lula levou 73 pessoas para a assembleia da ONU. Em 2019, a jornalista Malu Gaspar criticou Bolsonaro por ter levado 17. Agora, ficou em silêncio. Mais de R$ 5 milhões foram gastos por Lula e seus apaniguados apenas em diárias de hotel.

 Interferência – Depois de interferir diretamente nas eleições em outros países, Lula agora alega que Donald Trump estaria interferindo nas eleições no Brasil. Não há qualquer manifestação de Trump nesse sentido. Lula esquece que foi beneficiado pela intervenção do governo de Joe Biden, em 2022, quando os EUA injetaram dezenas de bilhões de dólares através de ONG’s ligadas à esquerda no Brasil. Mas, claro, aquilo não foi intervenção eleitoral.

 Novo método – Na era da inteligência artificial, a Suécia aboliu os computadores em sala de aula. O objetivo é estimular os alunos a aprenderem a pensar. O país voltou ao bloco de papel, lápis e borracha. Sem antes aprender a pensar, o aluno sequer saberá como usar a inteligência artificial.

 Impostor - Alexandre Garcia é um dos jornalistas mais conhecidos e competentes do Brasil. Garcia divulgou esta semana que uma pessoa que se passava por ele no Tik Tok foi identificada e processada. O cidadão mantinha conta na rede social com o nome de Alexandre Garcia para divulgar vídeos do jornalista, ganhando dinheiro com o trabalho de outra pessoa. O impostor tinha mais de 300 mil seguidores no Tik Tok.

 Futebol – O risco de rebaixamento de Inter e Grêmio para a Segunda Divisão é real. Contrariando previsões de especialistas, acredito que o maior risco é do Inter. E agora, sem o dinheiro dos sites de apostas para pagar os salários, eles terão a justificativa perfeita.

 Incompetência – A incompetência da campanha de Flávio Bolsonaro é preocupante. Enquanto isso, Lula e seus militantes deitam e rolam difundindo mentiras deslavadas.

 Flávio – Vote em um Flávio para não ter mais quatro Flávio Dino no Supremo. Estou com meus candidatos definidos: 2277, 22215, 222, 300, 22, 22. Estão na memória. Mas levarei cola. Caso a memória falhe.  

        Donato Heinen

 
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