Brasileiro precisou trabalhar 150 dias em 2026 apenas para pagar tributosao governo

Carga tributária consome 41,10% do ano do trabalhador brasileiro, segundo IBPT
Neste sábado (30), encerrou-se um ciclo que ilustra de forma contundente o peso dos tributos sobre o cidadão comum: foram 150 dias de trabalho dedicados exclusivamente ao pagamento de tributos. O dado vem do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), que monitora anualmente a proporção do ano consumida pela carga tributária.
A trajetória é de alta contínua nos últimos anos. Em 2023, o percentual era de 40,27%. Subiu para 40,71% em 2024, depois para 40,82%, chegando agora aos atuais 41,10%. Desde que Lula assumiu a presidência e Fernando Haddad — que ficou conhecido como “Taxxad” — passou a comandar a Fazenda, a quantidade de dias trabalhados para bancar o obeso estado brasileiro só cresceu.
Retorno em serviços públicos não acompanha a tributação
O presidente do IBPT, João Eloi Olenike, afirma que a carga é elevada, mas a população não percebe um retorno proporcional em serviços públicos. A última vez que o percentual ficou abaixo de 40% foi em 2006.
Olhando para o início da série histórica, em 1986, o brasileiro trabalhava 82 dias para sustentar o Estado. Esse número chegou a recuar para 74 dias em 1987 e até 73 dias em 1988. Hoje, são 150 dias — mais que o dobro.
O instituto aponta alguns dos vilões que turbinaram a arrecadação recentemente, como o aumento de tributação sobre fintechs e a chamada taxa das blusinhas.
Governo Lula rejeita cooperação internacional contra facções criminosas
Em paralelo ao debate tributário, o governo Lula (PT) voltou a ser alvo de críticas por sua postura diante do crime organizado. Em sua paralisia deliberada frente à escalada da criminalidade, o governo recusou cooperação internacional contra facções que dominam favelas, fronteiras e presídios. Além disso, insiste em proteger PCC e Comando Vermelho da classificação como organizações terroristas.
Em nota oficial, o governo atacou opositores, rotulando-os de “traidores da pátria”, como se o Brasil estivesse em guerra contra Washington, e não contra PCC, Comando Vermelho ou qualquer outra estrutura que sequestra a soberania popular.
O antiamericanismo fora de moda de Lula recusou a oferta dos EUA de inteligência compartilhada, bloqueio de recursos e ações coordenadas. Em vez de combater os bandidos — tentando tomar dos opositores a poderosa bandeira do combate ao crime —, Lula ataca quem cobra atitude.
Lula finge ignorar que o governo perdeu o controle sobre extensas áreas do território nacional, onde quem manda não é a lei e sim o fuzil.
Designação de terrorismo entra em vigor na próxima semana
A designação dos EUA das facções criminosas Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs) começa a valer a partir da próxima sexta-feira (5). Segundo o comunicado do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, os “milhares de membros, a influência e redes ilícitas das facções criminosas brasileiras se estendem muito além das fronteiras do Brasil”.
O advogado americano Martin de Lucca, que processa Alexandre de Moraes e acompanha a vida brasileira, disse que a designação de PCC e CV como terroristas não torna o Brasil alvo, nem prevê intervenção militar no País. É uma invencionice petista que ele chama de espantalho.
Reações no Congresso e no Judiciário
Para o senador Sergio Moro (PL-PR), a nota de Lula põe o governo ao lado do CV e PCC, a pretexto de fantasiosa intervenção externa: “Não é à toa que o crime organizado prosperou nos anos de governos do PT”.
“Soberana” foi a sexta palavra na nota oficial de Lula (PT) condenando a classificação das facções criminosas como grupo terroristas. “Terrorismo” ficou para a terceira linha do texto. “Democracia” nem apareceu.
O Instituto Não Aceito Corrupção manifestou “forte preocupação” com pedido de vista de Gilmar Mendes (STF) na ação que julga mudanças na Ficha Limpa. Segundo a entidade, a interrupção traz grave insegurança jurídica.
Frase do dia
“Lula e a esquerda defendem soberania do domínio da bandidagem” — Deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), sobre facções serem tratadas como terroristas.
Poder sem Pudor: Férias merecidas
Culto e de raciocínio muito rápido, o ex-ministro Rafael Greca era deputado no Paraná quando passou parte das férias no Himalaia, região pela qual tinha curiosidade. De volta, um adversário — que era baixinho — provocou: “Vossa excelência gozou férias na África. Eu prefiro as belezas da minha terra…” Greca explicou que a mais alta cordilheira do mundo fica na Ásia e fulminou: “As pessoas têm o direito de escolher o local das férias, e geralmente o fazem de acordo com sua altura. Eu fui ao Himalaia. Vossa Excelência deve ter escolhido a baixada litorânea…”
Cenário político nos estados
Foi um banho de água fria na pré-campanha de João Campos (PSB) ao governo de Pernambuco a virada de Raquel Lyra (PSD), registrada pelo Datafolha. Os socialistas já estavam no maior clima de já ganhou.
Consolidada a desistência de Rodrigo Pacheco (PSB) ao governo de Minas Gerais, o PT corre para se alinhar a Alexandre Kalil (PDT), outrora preterido. Edinho Silva, presidente petista, chega hoje (30) em Minas.
…o pesadelo de projetos de ditador no continente é imaginar o presidiário Maduro avisando: “eu sou você amanhã”.
Contra Fatos

.png)






.jpg)
 2-1-26.png)
.png)