PRESIDENTE DA COLÔMBIA ENDURECE DISCURSO E ANUNCIA FIM DOS LAÇOS COM DITADURAS DE CUBA E NICARÁGUA

O presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, anunciou que pretende romper as relações diplomáticas do país com Cuba e Nicarágua assim que assumir o cargo. A decisão faz parte de uma mudança de direção na política externa colombiana defendida pelo novo líder.
Em seu pronunciamento, De la Espriella afirmou que sua administração não manterá vínculos com o que classificou como “ditaduras”, em referência a Cuba e Nicarágua. A declaração reforça uma postura mais dura contra regimes de esquerda na América Latina.
O futuro presidente colombiano afirmou que pretende adotar uma nova estratégia internacional, priorizando alianças consideradas estratégicas e revisando acordos mantidos pela administração anterior.
Além do rompimento diplomático com Cuba e Nicarágua, a equipe de transição anunciou uma ampla reorganização da estrutura diplomática da Colômbia, com o fechamento de embaixadas e consulados em diferentes países.
Segundo De la Espriella, a redução dessas representações permitirá economizar recursos públicos, que serão destinados ao fortalecimento da segurança interna e ao combate ao crime organizado.
Outra mudança anunciada envolve uma maior aproximação com Israel. O presidente eleito afirmou que pretende reverter decisões tomadas durante o governo de Gustavo Petro e fortalecer os laços com o país.
De la Espriella também declarou que pretende encerrar medidas ligadas às negociações de paz conduzidas pela gestão anterior, defendendo uma política mais rígida contra grupos armados e organizações criminosas.
A decisão de cortar relações com Cuba e Nicarágua deve gerar repercussão internacional, já que os dois países possuem relações históricas com diversas nações da América Latina.
A nova postura representa uma ruptura com a política externa adotada por Gustavo Petro, que buscou ampliar o diálogo com países de governos alinhados à esquerda na região.
Com as mudanças anunciadas, a Colômbia inicia uma nova fase diplomática, marcada pelo afastamento de Cuba e Nicarágua, classificados pelo presidente eleito como ditaduras, e por uma aproximação maior com aliados considerados estratégicos.
Foto: Divulgação


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