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Por Donato Heinen. Publicado em 12/04/2021

Notas e Apartes nº 1.400

Coluna nº 1.400, de 7-4-2021 - Joral Gazeta Regional

FDA - É o órgão dos EUA equivalente a nossa ANVISA. O FDA publica em seu site na internet o ranking dos medicamentos aprovados de acordo com seu potencial para causar lesão hepática induzida por medicamento (DILI). A classificação DILI disponível contém três grupos (perigo maior, menor e sem perigo), ligando um medicamento a lesão hepática. A ivermectina, a hidroxicloroquina e azitromicina são classificadas como tendo poucas chances de provocar algum dano. O Tylenol é tido como de perigo maior. Já a dipirona, receitada pela maioria dos médicos contra covid-19, sequer consta da relação, pois é proibida nos EUA desde 1977 por ser considerada de alto risco à saúde.

Tratamento – Uma pergunta aos governadores, prefeitos, membros do Judiciário, do Ministério Público, imprensa, médicos e demais pessoas que negam a eficácia e se manifestam dia e noite contra os tratamentos preventivo e precoce contra o novo coronavírus: quando ocorrer o tal “reconhecimento científico” – além do reconhecimento clínico, que já existe, como vocês se sentirão perante suas consciências diante das mortes de dezenas de milhares de pessoas que poderiam ter sido salvas?

Mamata – A turma do programa Manhattan Connection recebeu mais de R$ 8 milhões do governo de São Paulo para que Diogo Mainardi e sua a turma façam campanha acirrada contra o governo Bolsonaro na imprensa. O contrato foi celebrado em dezembro de 2020, sem licitação, apenas UM DIA após a criação da empresa contratada. A contratação vazou esta semana e o escândalo ficou conhecido como Mamata Connection.

Mancada – A ânsia da imprensa internacional, contaminada pela turma da canhota, de falar mal do nosso presidente é tão grande que esta semana um jornal da Alemanha noticiou que Alberto Fernández, presidente do BRASIL, está com covid-19.

Ironia – É surreal ver o governador Leite brigando na Justiça pela reabertura das escolas em plena vigência da “bandeira preta” no Estado. No ano passado, quando deveriam estar abertas, as manteve fechadas quando as condições sanitárias eram bem mais favoráveis.

Vacinação – De acordo com o site https://vacina.saude.rs.gov.br, 368 pessoas receberam a 1ª dose da vacina contra covid-19, em Santo Cristo, entre os dias 31-3 e 6-4-21. No mesmo período, não consta nenhum registro de aplicação da 2ª dose da vacina. Em nível nacional, apenas cerca da metade das doses distribuídas foram aplicadas.

Sensacionalismo – Esta semana, o Grupo RBS promoveu novo sensacionalismo barato ao bombardear o telespectador com 5 ou 6 reportagens sobre a morte de um homem em Alecrim, com 69 anos, vítima de covid-19. Segundo o médico que o tratou, ele já sofria de doença pulmonar grave quando foi internado. Necessitava de UTI, mas não havia vaga.  Numa última tentativa para tentar salvar a vida do paciente, o médico receitou nebulização com hidroxicloroquina. Nas entrelinhas, o noticiário sempre deu a entender que a causa da morte teria sido a utilização do remédio. Coisa da mídia hipócrita. Familiares denunciaram o profissional ao Ministério Público. O que diriam se tivesse morrido sem a aplicação? Nada.

Hipocrisia - A hipocrisia de alguns órgãos de imprensa não tem limites. Publicamente, condenam o uso dos medicamentos, mas ao mesmo tempo pessoas a eles ligadas fazem uso deles quando acometidos do novo coronavírus. Em março de 2020, Nelson Sirotsky, ex-presidente do Grupo RBS e do Conselho de Administração da empresa, após ser diagnosticado com o novo coronavírus e internado no Hospital Moinhos de Vento, fez tratamento e ficou curado com um combinado de cloroquina e azitromicina, conforme a Folha de São Paulo. Publicamente, a RBS faz campanha acirrada contra esse tratamento. Mas omite que um de seus diretores usou os medicamentos, assim como centenas de milhares de pessoas.

    Donato Heinen

 
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