Feliz - Linha Nova
Passeio agradável para quem tem um sábado ou domingo livre, com pouca quilometragem, é sair na Região Metropolitana em direção a São Sebastião do Caí. Seguindo para Bento Gonçalves, no Posto da Polícia Rodoviária dobrando a direita, vai-se na direção da cidade de Feliz. Que sempre encanta pelo nome. São vários os cursos d'água que atravessam a localidade, afluentes do Rio Caí. Acredita-se que os primeiros colonizadores alemães, ao chegarem à região, encontraram riachos de águas límpidas e cristalinas, o que lhes encheu de alegria pela beleza da natureza, levando-os a denominá-lo "Feliz".
Na vista da cidade, no Morro das Batatas, está a torre de saída da maior tirolesa urbana do mundo, com 2,5 km de extensão. Descer por ela ou conhecer o local, vale a pena. Depois, atravessando o Rio Caí, e tendo ao lado a antiga ponte de ferro, trazida desmontada da Bélgica e inaugurada em 1900, segue-se em direção a Linha Nova, já nos estribos da Serra gaúcha, por estrada pavimentada de 16 km. A ponte restaurada, hoje serve apenas para o trânsito de pedestres.
Linha Nova, antiga Neu Schneiss, tem apenas 63 km2, menos de 2.000 habitantes e o menor índice de criminalidade do Estado Os primeiros imigrantes alemães eram da região do Hunsrück e chegaram pela metade do Séc. XIX. Berço da cerveja no RS, a primeira cervejaria ainda lá se encontra, bem como a antiga Igreja Evangélica, ao lado, um bem conservado cemitério do tempo dos colonizadores, com lápides escritas em alemão. 74 % da população do município é evangélica. Sua origem alemã, reflete no bolão, dança e no tiro ao alvo. Dois em cada três habitantes vivem da agricultura. Se completarmos voltando por Picada Café e a BR-116, teremos vistas espetaculares.


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