O melhor da festa
Vivemos em altos e baixos, júbilos e tristezas, ganhos e perdas, acertos e desacertos, mágoas e alegrias, amizades e hostilidades, doenças e vitalidade. Nossas vidas são uma festa. Como nas festas, às vezes quebra-se um copo, falta um quitute, tropeçamos em alguém. Na maioria do tempo, no entanto, as festas são fartas em bebidas e comidas e ótimas parcerias. Desejamos que ela continue e, quando vamos embora, ficamos felizes pelo convite e tristes pelo rápido que passou. Nossa vida passa rápido. Mas, não queremos que a festa termine.
A Universidade de Yale, nos EUA, é uma das 20 melhores do mundo. Excelência acadêmica e professores renomados, ganhadores do Prêmio Nobel. Templo de saber, nenhuma pesquisa ou estudo sai dela, sem um profundo exame. Um recente, vai revolucionar o conceito de envelhecer. Constataram que o declínio na vida dos idosos é devido mais ao seu comodismo do que a idade em si. O que, através dos tempos, foi retratado como um declínio físico e cognitivo constante, está errado.
Descobriram que quase metade dos adultos com 65 anos ou mais mostrou melhora na função cognitiva, na função física, ou em ambas, ao longo do tempo. Análises sobre dados de idosos. Os resultados mostraram que o entendimento quanto ao envelhecer desempenha um papel fundamental no processo. A pesquisa partiu do que todos sabemos: com o passar dos anos, nós incorporamos ao nosso ser, valores e comportamentos, positivos ou negativos, que afetam nossa saúde física e mental. As concepções positivas que temos sobre a idade resultam em um funcionamento físico melhor. Salvo se quisermos, se nossa cabeça pensa assim, velhice não é sinônimo de declínio inevitável. O assunto é importantíssimo e extenso. Veremos.


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