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Por Donato Heinen. Publicado em 13/05/2026

Notas e Apartes 1.659

Dia 13-5-26 – Coluna publicada em GSRN

  Reunião – A reunião entre Donald Trump e Lula em Washington, na quinta-feira passada, deu o que falar. Lula e seus auxiliares foram aos EUA na esperança de pelo menos obter uma foto oficial com o presidente norte-americano no Salão Oval da Casa Branca. Mas a narrativa dos petistas não coincide com o que realmente ocorreu nos bastidores. Lula pretendia usar a foto na campanha eleitoral.

Negócios – Pra início de conversa, Lula não foi recebido como chefe de Estado. Foi uma mera reunião de negócios. Aliás, agendada através do empresário Joesley Batista, da JBS, multinacional brasileira que domina o mercado de carnes dos EUA e responde a processo na Justiça americana por formação de cartel. A confirmação de Trump ocorreu somente na véspera. Donald Trump não tem amigos, tem interesses. Ele está de olho nas chamadas terras raras e minerais críticos do Brasil, vitais para a indústria americana. Tratou Lula com elogios somente para obter vantagens. Depois da reunião, não concedeu entrevista. Apenas divulgou uma nota curta em sua rede social, meramente protocolar. O maior interesse de Lula é evitar que o PCC e o CV sejam declarados organizações terroristas. Mas Trump não acenou nesse sentido.

Fatos – Chefes de Estado são recepcionados no acesso principal. Lula foi recebido pela entrada dos fundos da Casa Branca. Tentou abraçar Trump, que deu um passo para trás e se esquivou. A pedido de Lula, a imprensa foi impedida de acompanhar o encontro. Além disso, não ocorreu a tradicional entrevista coletiva. Lula deixou a imprensa a ver navios e se dirigiu à Embaixada do Brasil em Washington, onde concedeu entrevista para a mídia adestrada, com perguntas previamente aprovadas pela assessoria de imprensa. O resto são narrativas para tentar ludibriar eleitores incautos, alheios ao que realmente acontece em nosso país.

Cheiro de mofo – É inacreditável que Lula ainda consiga enganar a população. Seus discursos têm cheiro de mofo, estão completamente defasados no tempo. Impressiona o número de cegos que ainda acreditam nas mesmas balelas ao longo de três décadas. Quem é minimamente informado sabe que seu partido anda de mãos dadas com os piores malfeitores. Nesse contexto se enquadram as maiores organizações criminosas do Brasil. A quase totalidade dos eleitores criminosos se identificam com a esquerda. Basta rever os vídeos de presidiários comemorando a eleição de Lula em 2022.

Agora, vai – Após a reunião com Donald Trump, Lula contou mais uma lorota. Afirmou, durante o lançamento do programa Brasil contra o crime organizado, que o governo vai combater o crime "da esquina até o andar de cima" para devolver o território ao povo brasileiro. E ainda têm milhões de desinformados – pra não usar outro adjetivo – que acreditam nessa balela! “A partir da semana que vem, vamos lançar um plano contra o crime organizado que é pra valer. Quem escapou até a semana que vem, tudo bem. Mas quem não escapou, não escapa mais”, declarou. Agora, vai! Depois dessa, a bandidagem tremeu. Lula também disse que o Brasil será “um dos países mais respeitados do mundo no crime organizado”. Ah, tá. Eu pensei que ele queria ser respeitado no COMBATE ao crime.

Crimes comuns – Os crimes cometidos por delinquentes comuns, que não integram organizações criminosas, são a maioria esmagadora dos furtos e roubos que acontecem no Brasil. Enquanto o governo Lula proteger esse tipo de criminoso – especialmente o ladrão de celular – a população continuará à mercê da bandidagem.

Medida eleitoreira – Mais uma medida eleitoreira em ano de eleições. Ontem, Lula assinou medida provisória para extinguir a cobrança de 20% de Imposto de Importação – apelidado de forma equivocada como “taxa das blusinhas” – sobre compras internacionais no valor de até 50 dólares. Mas a maioria dos eleitores já conhece o modus operandi dessa gente. A pergunta é simples: por que agora pode abrir mão da receita e antes precisava dessa arrecadação? Cálculos indicam que a isenção pode reduzir o preço final entre 20% e 30%. Já empresários do setor argumentam que o fim do imposto pode aumentar a concorrência desigual com empresas estrangeiras.

Carne – Apensas 12 dias depois da assinatura do decreto homologando o acordo de comercialização entre o Mercosul e a União Europeia, a UE anunciou, ontem, a exclusão do Brasil da lista de exportadores de produtos de origem animal. O descumprimento das normas sanitárias contra o uso excessivo de antimicrobianos na pecuária foi o motivo alegado. Agora descobriram isso? Ora, as condições sanitárias das indústrias do setor continuam as mesmas há anos.

  Copa do Mundo – Viajo para os Estados Unidos no dia 9 de junho. A intenção era ver pelo menos um jogo do Brasil na Copa do Mundo. Mas os preços dos ingressos estão proibitivos. Principalmente para os torcedores dos países de Terceiro Mundo. Ontem, pesquisei os valores das entradas para as partidas do Brasil na primeira fase da Copa. Na estreia, contra o Marrocos, o ingresso mais barato custa R$ 6.333,00. Já contra o Haiti – uma seleção de quinta categoria – o menor preço é de R$ 4.225,00. O maior valor mínimo é no jogo contra a Escócia, R$ 8.161,00. Esses ingressos são para locais bem no alto, na última fileira do estádio. Os valores para a partida final são simplesmente absurdos. O menos caro sai por R$ 40.133,00, enquanto o de maior preço custa a bagatela de R$ 157.470,00.

Custos – Os custos da Copa do Mundo são astronômicos. Pela primeira vez, participam 48 países de todos os continentes. Também de forma inédita, a Copa será realizada em três países: EUA, Canadá e México. É a Copa do Mundo mais cara da história, orçada em cerca de R$ 20 BILHÕES.

Comparações – Em 2010, na Copa da África do Sul, não consegui comprar nenhum ingresso nas cadeiras, apenas em camarotes. Com direito a visão privilegiada, comida e bebida à vontade. Paguei em torno de R$ 500 cada ingresso, incluindo jogos do Brasil nas duas primeiras fases da competição. Já em 2014, no Brasil, o preço médio que paguei girou em torno de R$ 800,00. Em 2018, na Copa da Rússia, em torno de R$ mil, igualmente para as fases iniciais. Estive ausente na edição de 2022, no Catar.

Casamento – Mas este ano, poder participar do casamento do nosso filho mais novo, Ricardo Augusto, em Orlando, nos EUA, marcado para o dia 22 de junho, não tem preço. Infelizmente, sem a companhia da Luciana, que teve a renovação do visto negada após 20 anos. Além de rever o Ricardo depois de um ano e meio, vou conhecer a nora Emily Santana de Oliveira, baiana de Salvador.

  Donato Heinen

 
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