Edição 20 da Revista Liberta destaca a atuação incomum de Toffoli no caso Master

A edição 20 da Revista Liberta traz como principal destaque a atuação do ministro Dias Toffoli, na investigação das fraudes do Banco Master. João Cézar de Castro Rocha, Fábio Pannunzio e Ricardo Mello opinam sobre as decisões surpreendentes de Toffoli no caso e sobre as revelações de que seus parentes seriam sócios de um resort que teve investimento de fundo ligado ao Master.
N artigo “A trajetória do jovem advogado da CUT que chegou à Suprema Corte”, Fábio Pannunzio trata do tema:
“Aos movimentos erráticos do ministro corresponderam outros do atual presidente do STF, Edson Fachin. Depois de interromper as férias precocemente para tentar atalhar a crise em que Toffoli enfiou o STF, Fachin tem dado declarações imprecisas, até mesmo contraditórias, sobre a atuação do colega.
Primeiro, o defendeu de maneira fervorosa, chegando a culpar a imprensa pela divulgação dos negócios privados do colega paulista. Depois, afirmando que o processo do Banco Master deve voltar à instância originária, a Justiça Federal do Distrito Federal, praticamente desautorizando a avocação por Dias Toffoli.
Só o futuro dirá quem tem razão – se as suspeitas que pesam sobre ele são levianas ou não, ou se, de fato, os movimentos de Toffoli merecem a atenção dos órgãos de correição. Se depender de quem o indicou, o presidente Lula, Toffoli deve deixar o STF. A desonra coloca um carimbo de suspeição na testa do juiz, mas não encerra o assunto”.
Além disso, a edição desta semana traz a coluna Reserva Exclusiva, coordenada por Luís Costa Pinto, com as notícias quentíssimas dos bastidores de Brasília.
A edição 20 da Liberta traz ainda Jamil Chade, Juca Kfouri, Marcia Tiburi, Luís Costa Pinto, Leonardo Boff, Adriana Ferreira Silva, Sensacionalista e a charge de Marília Marz.
A capa é de Aroeira.
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