A raça usada na produção de carne que vai atrair "o mundo" para o Brasil

Durante 15 dias, o mundo da produção de carne de qualidade vai estar com os olhos voltados ao Brasil. O país se transformará na capital mundial da raça brangus, de gado de corte, que realiza o congresso global. No período do evento, de 12 a 25 de março, haverá giras técnicas por quatro Estados, incluindo o Rio Grande do Sul.
No Estado, serão visitadas duas propriedades em Uruguaiana (GAP e Cabanha Tellechea), uma em Santana do Livramento (Sigma Brangus) e outra em Pantano Grande (La Estancia). Há ainda atividades em criatórios de Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. O Congresso Mundial Brangus é realizado de forma itinerante, a cada dois anos.
— A raça brangus é uma alternativa muito interessante para vários biomas, para uma pecuária de qualidade. Vamos percorrer quatro biomas distintos para mostrar que em todos funciona bem a raça — destaca João Paulo Schneider da Silva, o Kaju, presidente da Associação Brasileira de Brangus.
Além das visitas, haverá um fórum técnico, leilões e julgamentos serão realizados em Londrina (PR). Seiscentos animais, somando os de argola e os rústicos, estão inscritos. Marcos Borges, brasileiro radicado nos Estados Unidos, onde cria brangus em propriedade do Texas, será jurado no evento.
A raça brangus é considerada sintética, resultado do cruzamento entre angus e zebu, feito pela primeira vez em 1912 nos EUA. O objetivo era manter a elevada produtividade da carne de qualidade em regiões tropicais e sub tropicais. No Brasil, os cruzamentos começaram a ser feitos na década de 1940.
Gisele Loeblein


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