ESQUERDA LAMENTA: MPF DECIDE QUE USO DA BANDEIRA DO BRASIL EM SACOLAS DA HAVAN NÃO CONFIGURA OFENSA À LEI

Uma investigação envolvendo a Havan e o uso da bandeira do Brasil em sacolas plásticas gerou forte repercussão nas redes sociais nesta semana. O caso começou após o Ministério Público Federal de Mato Grosso do Sul (MPF-MS) abrir uma “Notícia de Fato” para apurar uma denúncia anônima contra a empresa do empresário Luciano Hang.
A denúncia alegava que as sacolas estampadas com a bandeira brasileira poderiam configurar “vilipêndio” a símbolo nacional, já que seriam utilizadas posteriormente para descarte de lixo. A acusação citava a Lei 5.700/71, que trata do uso dos símbolos nacionais.
Após o recebimento da denúncia, o MPF notificou a Havan para prestar esclarecimentos sobre o caso. A medida rapidamente ganhou repercussão nacional, principalmente depois que Luciano Hang publicou um vídeo criticando a atuação do órgão.
No vídeo, divulgado em 6 de maio de 2026, Hang classificou a notificação como uma “perseguição política” e questionou as prioridades do Ministério Público. “Não tem bandido? Não tem invasão de terra? Não tem corrupção para investigar?”, afirmou o empresário.
Entretanto, no dia seguinte, o próprio MPF decidiu arquivar o procedimento. Segundo o órgão, o uso da bandeira do Brasil nas sacolas da Havan, por si só, não caracteriza desrespeito ou violação à legislação sobre símbolos nacionais.
Com isso, o caso foi encerrado sem aplicação de multa, punição ou qualquer tipo de restrição à empresa.
A polêmica viralizou nas redes sociais e alimentou debates políticos sobre patriotismo, liberdade de expressão e o uso de símbolos nacionais no comércio. Muitos usuários interpretaram inicialmente que a bandeira estaria sendo “proibida” nas sacolas da Havan, o que não aconteceu.
O episódio reforça mais um capítulo da polarização envolvendo Luciano Hang, figura frequentemente associada a pautas políticas e debates ideológicos no país.
Fonte: 360


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